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icone de categorias Notícias icone de data de publicação 14 de setembro de 2018.

Comércio online faturou R$ 23,6 bilhões no primeiro semestre

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De acordo com o EBit/Nielsen, a alta foi de 12,1%, comparado ao mesmo período do ano passado. O setor de saúde e beleza ficou, pela primeira vez, com a liderança: 15% do total de pedidos. O resultado só não foi maior por conta da greve dos caminhoneiros, que rendeu prejuízo de R$ 407 milhões. Para o próximo ano, a expectativa de crescimento do setor é de 12%.

Segundo o professor de Marketing do curso de Administração da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado, Artur Motta, as pessoas estão comprando cada vez mais pela internet. “Essa é uma tendência mundial. Quando falamos de ‘comprando mais’, devemos entender que ainda temos uma base pequena de consumidores com o hábito do e-commerce, seja pelo acesso restrito à internet, seja pelas alternativas disponíveis”, comentou.

O e-commerce se apresenta com um novo modelo, que está ocasionando uma grande mudança na sociedade. Há estudos que comprovam que varejistas com mais canais de acesso – loja física e online, por exemplo –, costumam deter maior fidelidade, maior tíquete médio do mesmo cliente e maior frequência de compra.

No contexto econômico, o comércio eletrônico abre espaço para que os varejistas expandam suas operações atendendo a novos mercados. “A oferta e a concorrência acabam ficando mais acirradas. Há uma movimentação em todo o ecossistema que precisa rever a logística da entrega, as formas de pagamento – priorizando os meios eletrônicos –, a estratégia de comunicação da marca etc.”, acrescenta o professor.

De acordo com o Motta, o e-commerce deve ser desenvolvido pensando nas necessidades do cliente em termos de produto, informação, formas de pagamento, serviços adicionais e expectativa de entrega. Hoje em dia, o maior índice de insatisfação dos clientes é com a entrega dos produtos – tempo e acondicionamento são os principais – e isso pode gerar fidelização ou perda de clientes.

“Uma farmácia deve lidar com as insatisfações do cliente de forma rápida e individualizada, pois é isso que o cliente espera do atendimento. Hoje há vários parceiros para auxiliar no desenvolvimento de plataformas de e-commerce. Recomendo que a farmácia procure ajuda especializada, pois ela deve entender que um e-commerce não é apenas a expansão do seu negócio, mas um novo negócio, 24 horas por dia, 7 dias por semana, exposto ao mundo inteiro e com peculiaridades específicas”, finaliza.

Recentemente, a Ascoferj firmou parceria com a WebFarmas, uma empresa de desenvolvimento de e-commerce para pequenos negócios. Clique aqui para saber como funciona essa parceria.

Fonte: Ascoferj

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