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Alta de casos de gripe no Brasil reforça papel estratégico do diagnóstico na rotina farmacêutica

Alta de casos de gripe no Brasil reforça papel estratégico do diagnóstico na rotina farmacêutica

Foto: Divulgação

O aumento recente dos casos de gripe no Brasil tem reforçado a necessidade de exames de alta precisão para a identificação dos vírus respiratórios em circulação, com impacto direto na prática clínica e no suporte à atuação farmacêutica. O cenário é confirmado pelo Boletim InfoGripe, divulgado em 27 de março de 2026 pela Fundação Oswaldo Cruz, que aponta a ocorrência de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) — responsável pelas hospitalizações — em todos os estados do país.

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A análise, referente ao período de 15 a 21 de março, mostra que o crescimento das internações tem sido impulsionado principalmente pelo vírus Influenza, com maior intensidade nas regiões Sudeste, Nordeste e Norte. Também foi observado aumento de casos causados por Rinovírus e Vírus Sincicial Respiratório (VSR), ampliando os desafios no diagnóstico diferencial das infecções respiratórias.

Em 2026, já foram notificadas 24.281 ocorrências de SRAG no Brasil. Desse total, 38,9% apresentaram resultado positivo para vírus respiratórios. Nas últimas semanas epidemiológicas, o Rinovírus respondeu por 45% dos casos, seguido pela Influenza A, com 27,8%, reforçando o papel da gripe como uma das principais causas de hospitalização no período. Entre os óbitos, a Influenza A também se destaca, representando 35,9% das mortes por vírus respiratórios.

Esse cenário chama a atenção para a importância da prevenção, especialmente entre grupos de maior risco, como idosos, crianças e pessoas imunocomprometidas. A vacinação segue como a principal estratégia para reduzir casos graves e óbitos, com campanha nacional realizada entre 28 de março e 30 de maio. Nesse contexto, o farmacêutico desempenha papel relevante tanto na orientação da população quanto no apoio às estratégias de imunização e ao uso racional de medicamentos.

A bióloga, mestre em Genética e Genômica e assessora científica da Biomédica, Thaís Ignez, também destaca a importância do diagnóstico molecular para a identificação precisa dos vírus circulantes. A empresa disponibiliza kits de qPCR capazes de detectar diferentes subtipos de Influenza, como H1N1, H3N2, H5N1 e H7N9, todos com certificação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “A identificação rápida e correta do vírus permite orientar melhor o manejo clínico e fornece dados essenciais para o monitoramento da circulação viral no país, contribuindo diretamente para decisões em saúde pública”, afirma.

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Além dos testes específicos para Influenza, a Biomédica também oferece painéis respiratórios por qPCR com múltiplos alvos, capazes de detectar simultaneamente diferentes vírus e bactérias, otimizando tempo e recursos laboratoriais — um diferencial relevante para laboratórios de apoio e serviços que atendem à crescente demanda por diagnósticos rápidos e precisos.

O avanço dos casos reforça a necessidade de vigilância contínua e do preparo dos serviços de saúde, com o diagnóstico laboratorial ocupando papel central na detecção precoce de surtos e no enfrentamento das doenças respiratórias, incluindo o suporte às decisões clínicas e farmacoterapêuticas.

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