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icone de categorias Notícias icone de data de publicação 19 de dezembro de 2011.

Abradilan tem participação de 16% do mercado de genéricos

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Snif Brasil

Associados da entidade movimentam mais de R$ 1,2 bilhão somente com a distribuição de medicamentos genéricos

Com o desenvolvimento da indústria nacional e políticas de incentivo os medicamentos genéricos ganham cada vez mais espaço no mercado. De acordo com dados do IMS Health, instituto que audita o desempenho do mercado farmacêutico no Brasil e no mundo, o setor movimentou R$ 8 bilhões entre os meses de outubro de 2010 e Outubro de 2011.

Seguindo o mesmo ritmo, a Abradilan – Associação Brasileira dos Distribuidores de Laboratórios Nacionais tem se destacado também na venda de genéricos, tanto que tem participação de 16% na distribuição deste tipo de medicamento no mercado, ou seja, movimenta mais de R$ 1,2 bilhão. Para se ter ideia de volume foram comercializados no mercado 553 milhões de unidades de genéricos, sendo a Abradilan responsável por 18% da distribuição.

A pesquisa da IMS também mostrou que os associados da Abradilan (hoje 120 distribuidoras) visitaram 81% das 70 mil farmácias e drogarias no Brasil em outubro. Sendo que estiveram presentes em 84% das farmácias e drogarias do Nordeste, 80% da Região Sul, 84% da Região Sudeste, 88% do Centro-Oeste e 58% das farmácias e drogarias do Norte do País.

“Um fator muito importante para o crescimento do mercado de genéricos também foi a ascensão das classes C, D e E que agora tem a possibilidade de adquirir medicamentos com qualidade e preço acessível”, explica Geraldo Monteiro, diretor-executivo da Abradilan. Tanto assim, que as projeções dos associados da Abradilan, são de crescimento para o ano de 2011, como pode ser observado em enquete realizada pela entidade.

Diante das previsões otimistas, as distribuidoras de medicamentos associadas da ABRADILAN projetam fechar o ano de 2011 com o número de empregados maior do que em 2010, como mostra a enquete realizada em setembro de 2011. Além disso, a pesquisa também aponta que enquanto 75% dos respondentes projetam fechar o ano com o número maior de empregados, somente 25% projetam um número menor.


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