Pular para o conteúdo

Notícias


icone de categorias Notícias icone de data de publicação 28 de abril de 2014.

Americana CVS volta às compras

COMPARTILHE:

Depois de comprar a rede de farmácias Onofre há pouco mais de um ano, marcando sua entrada no Brasil, o CVS Caremark, maior grupo de varejo farmacêutico e serviços de saúde dos Estados Unidos, está de olho em novos ativos no mercado brasileiro. A gigante americana contratou o Pátria Investimentos para prospectar negócios. Executivos do grupo americano tiveram conversas com Drogaria São Paulo/Pacheco, formada pela fusão da rede paulista e carioca, com o grupo Raia Drogasil, também fruto de fusão, e com BR Pharma, do BTG, de acordo com fontes familiarizadas com o assunto. Nessas conversas, que ocorreram entre o fim de 2013 e o início deste ano, o grupo norte-americano não formalizou proposta. Agora, com a contratação do Pátria Investimentos para o trabalho, a gigante voltou a se aproximar dessas redes e estaria mais próxima da Drogaria São Paulo/Pacheco, mas ainda sem negociações avançadas. Os primeiros contatos com as empresas brasileiras foram ancorados pelo executivo Jim Maritan, vice-presidente de mercado estratégico do grupo CVS. Maritan, segundo fontes, é o responsável por fazer a ponte da operação do Brasil com a matriz americana. No Brasil, o executivo Mario Ramos, ex-Pátria e JP Morgan, é o diretor-financeiro das operações da CVS desde janeiro. Em fevereiro de 2013, o CVS entrou no Brasil com a compra de 80% da rede de farmácia Onofre. "A compra da Onofre foi o termômetro para a companhia americana entender como funciona o varejo farmacêutico brasileiro. Agora, eles planejam uma expansão mais rápida e buscam redes grandes, com maior participação de mercado", disse um dos executivos procurados pelo grupo americano, que não quis se identificar. Com faturamento líquido de US$ 126,7 bilhões, o CVS tem operações em Porto Rico e desde o ano passado no Brasil. A empresa soma quase 7,5 mil lojas nos EUA e em Porto Rico. Procurado, o Pátria Investimentos não comenta o assunto. A Drogaria São Paulo/Pacheco informou, por meio de sua assessoria, que não confirma a informação. O CVS não retornou o pedido de entrevista A Raia Drogasil, também por meio de sua assessoria, informou que "não comenta rumores de mercado." Uma fonte da BR Pharma disse que o grupo não está à venda. Consolidação – O varejo farmacêutico nacional vive nos últimos anos um movimento de consolidação. Em agosto de 2011, as tradicionais Drogasil e Droga Raia se uniram e criaram a maior rede de varejo do segmento no País. Menos de um mês depois, a Drogaria São Paulo e a Drogaria Pacheco anunciaram associação. Ao mesmo tempo, a BR Pharma, do banco BTG, realizou aquisições de redes médias regionais. No ano passado, o conglomerado Ultra, que reúne ativos em distribuição de combustíveis, químicos, gás de cozinha e logística, surpreendeu o mercado ao anunciar a compra da rede Extrafarma, com atuação no Norte e Nordeste do País. O conglomerado pretende avançar no mercado nacional por meio de expansão orgânica, mas não descarta aquisições. No ano passado, a rede paulista Raia Drogasil foi o grupo de maior faturamento, seguida pela Drogaria São Paulo/Pacheco, as Farmácias Pague Menos, e a BR Pharma, do BTG, de acordo com levantamento feito pela Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma). Em relação ao número de lojas das redes, a paulistana Raia Drogasil também foi a primeira colocada, à frente das Farmácias Pague Menos (Ceará), Drogaria São Paulo, Pacheco (Rio de Janeiro) e Panvel (Rio Grande do Sul). Em 2013, as 29 empresas associadas à Abrafarma venderan R$ 28,7 bilhões. As redes associadas representam cerca de 40% das vendas de medicamentos no País. Fonte: Site Diário do Comércio


VER MAIS SOBRE: arquivo


Este site utiliza cookies para garantir seu funcionamento correto e proporcionar a melhor experiência na sua navegação. Ao continuar nesse site você está de acordo com nossa Política de Privacidade.