Anvisa veta vacina contra abortos recorrentes

A partir de agora, a vacina só pode ser usada em projetos de pesquisa que forem aprovados por comitês de ética. O uso da vacina em clínicas é considerado “infração sanitária”, sujeito a multas e fechamento da clínica.
aplicação de injetáveis

A vacina, que é feita a partir do sangue paterno, custa cerca de R$ 3 mil e é prescrita no país há mais de 20 anos para mulheres que sofrem abortos recorrentes — ou seja, perda de três ou mais gestações até a 20° semana –, por fatores imunológicos.

Mas, a partir de agora, a vacina só pode ser usada em projetos de pesquisa que forem aprovados por comitês de ética. O uso da vacina em clínicas é considerado “infração sanitária”, sujeito a multas e fechamento da clínica.

O Conselho Federal de Medicina (CFM) não recomendou o uso da vacina por falta de embasamento científico. O diretor da Anvisa, Jarbas Barbosa, diz que a pessoa que recebe a vacina corre o mesmo risco de transmissão de doença infecciosa do que numa transfusão de sangue.

No entanto, alguns profissionais são contra a proibição e usam várias pesquisas favoráveis ao imunizante em seu discurso. Muitas pacientes que fizeram o uso da vacina também dizem que o sucesso da gravidez foi graças à vacina.

Muitos abortos acontecem porque o corpo da mulher interpreta a gravidez como doença. Portanto, a imunização era feita com os glóbulos brancos do pai do bebê, para que o corpo da mulher não mais rejeitasse as proteínas paternas do embrião.

Alguns médicos que defendem a vacina pretendem mudar o posicionamento do CFM e o veto da Anvisa a partir de novos estudos.

Fonte: Opinião & Notícia

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