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icone de categorias Notícias icone de data de publicação 23 de março de 2012.

Diretores da Ascoferj participam de audiência pública no CRF-RJ

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Fonte: Ascoferj

Segunda-feira (19/03), o vice-presidente da Ascoferj, Ricardo Valdetaro, os diretores Fernanda Ramos e Ruy Marins e o consultor jurídico Gustavo Semblano participaram de uma audiência pública promovida pelo CRF-RJ com o objetivo de apresentar a Consulta Pública (CP) nº 01/2012 aos profissionais da área farmacêutica.

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Vice-presidente da Ascoferj, Ricardo Valdetaro se manifesta em relação à proposta do CRF-RJ

A proposta da CP condiciona a emissão da Certidão de Regularidade Técnica à prestação de serviços farmacêuticos, como aferição de pressão arterial, aplicação de injetáveis, medição de glicose e outros serviços. O objetivo do encontro foi ouvir a opinião do setor. Entre os presentes estavam ainda dois representantes da Vigilância Sanitária de Niterói, além da diretoria do CRF-RJ, conselheiros e farmacêuticos.

O vice-presidente da Ascoferj, Ricardo Valdetaro, e o diretor-fundador Ruy Marins declararam que, na opinião da Ascoferj, a oferta dos serviços farmacêuticos deve continuar facultativa. A Farmácia do Leme, que pertence ao vice-presidente da Ascoferj, tem serviços farmacêuticos, mas Valdetaro disse que conhece a realidade de muitos outros estabelecimentos da região onde atua. “Sei que muitos empresários não terão condições. E isso causará um grande impacto negativo no setor”, defendeu.

“Se passar a ser obrigatório, as empresas que não tiverem condições de se adequar terão que fechar as portas, provocando desemprego e falha na assistência farmacêutica. Outro fator é a falta de estrutura daquelas que já existem. Muitas não têm espaço para que as atividades sejam realizadas”, argumentou Marins.

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Audiência pública apresenta proposta de condicionar emissão do Certificado à prestação de serviços farmacêuticos

Deuseli de Figueiredo, chefe da Sessão de Medicamentos e Correlatos da Vigilância Sanitária de Niterói, disse que a proposta terá impacto negativo no processo de obtenção da licença sanitária, que exige a apresentação do Certificado de Regularidade Técnica. Para ela, existem muitas dificuldades para as farmácias e drogarias se adequarem à proposta, pois as exigências são várias e elas não têm estrutura para cumpri-las.

No final da audiência, o CRF-RJ afirmou que entende as dificuldades apresentadas e que vai analisá-las, mas o presidente da entidade reafirmou que é preciso dar o primeiro passo para colocar em prática o que prega a Resolução RDC 44/2009, que prevê os serviços farmacêuticos, sem, no entanto, obrigar os estabelecimentos a executá-los.


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