Dow e Pfizer se unem em projeto piloto antitabagismo

Maxpress

Desde 1992, a Dow mapeia mundialmente os principais problemas relacionados à saúde de seus funcionários e adota medidas para promover melhor qualidade de vida em todas as suas unidades. No Brasil, a área médica comanda o Programa VivaVida, que trabalha para reduzir os indicadores de saúde dos seus 2.100 funcionários da empresa. Questões como obesidade, sedentarismo e tabagismo estão no foco deste programa na Dow Brasil.

Desde 1994, em especial, a Dow vem trabalhando para reduzir o número de fumantes. Quando ainda não se falava em controle do fumo ou mesmo em leis proibitivas, a empresa já adotava uma política antitabagista, pioneira no setor privado. Em decorrência disso, o percentual de tabagistas no Brasil passou de 24% (em 1995) para 9% dos funcionários (2008). Vale destacar que o percentual é baixo em comparação aos índices de países como China (14%) e Alemanha (21%), e inclusive na comparação com o percentual de fumantes entre todos os funcionários da Dow no mundo (16%). Mas a empresa entende que pode melhorar. Pensando nisso, a Dow se uniu à Pfizer para a implantação de um projeto piloto no Brasil: um programa estruturado de combate ao tabagismo, compreendendo um grupo de amostragem para validação dos resultados.

O Complexo Industrial da Dow no Guarujá, litoral Sul de São Paulo, foi escolhido para a implantação do piloto. Em outubro de 2008, sob o comando do Dr. Lúcio Ribeiro, médico da Dow responsável pelo site, a proposta de tratamento foi apresentada ao grupo de fumantes daquela unidade – 26 funcionários, que consumiam, em média, um maço de cigarros por dia. Todos aderiram e puderam escolher entre o tratamento com utilização do Champix (vareniclina), medicamento desenvolvido pela Pfizer, ou sem uso da droga, apenas com palestras e acompanhamento multidisciplinar (que também eram disponibilizados a quem optasse pelo remédio). Assim, o programa teve início com 73% dos funcionários utilizando Champix (adquirido com subsídio da Dow) e 27% sem uso de medicação – respectivamente, Grupos A e B.

"Escolhemos o Champix porque se trata de um medicamento novo, que ainda não havia sido experimentado dentro da Dow. Além disso, a seriedade e a expertise da Pfizer foram muito importantes para que consolidássemos esta parceria", explica a Dra. Maria Lucia Bechara, líder da área médica da Dow Brasil.

"Champix foi desenvolvido exatamente para atuar no alvo onde a nicotina age no cérebro, reduzindo a sensação de desejo e crise de abstinência associada à cessação de tabagismo", conta João Fittipaldi, diretor médico da Pfizer. Champix se prende aos mesmos receptores no cérebro onde a nicotina atua, mas com maior afinidade. O medicamento foi desenvolvido especificamente para o tratamento do tabagismo, cujo mecanismo inovador tem ação dupla. Ele se liga aos mesmos receptores no cérebro nos quais a nicotina atua, eliminando o desejo pelo cigarro, e estimula parcialmente o receptor, o que reduz os sintomas associados à falta do fumo, a chamada síndrome de abstinência. O medicamento, vendido sob prescrição médica, aumenta em quatro vezes as chances de um fumante conseguir largar o cigarro, quando comparado ao placebo. Como os receptores de nicotina no cérebro estão preenchidos pelo Champix, mesmo se o fumante deixar escapar um cigarro, ele não sentirá o prazer a que está acostumado.

Resultados preliminares animad

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