Falta de higiene em orelhões pode ser fonte de contaminação da gripe

Assessoria de Imprensa da PRO TESTE

O abandono dos orelhões foi constatado em pesquisa da PRO TESTE que só encontrou 5% dos aparelhos limpos

Com o aumento de casos suspeitos e confirmados da gripe suína (H1N1) entre os brasileiros e as recomendações para reforçar os hábitos de higiene é preocupante as condições de limpeza dos telefones públicos. A PRO TESTE Associação de Consumidores analisou as condições de 853 telefones públicos em três capitais (Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre) e só encontrou 5% dos aparelhos limpos e em funcionamento. Foram visitados mais de 800 pontos e entre as cabines telefônicas apenas 61% estavam limpas.
A PRO TESTE enviou ofício aos governadores e aos prefeitos das três capitais, assim como à Anatel e às empresas telefônicas (Oi, Brasil Telecom e Telefônica) para que sejam tomadas providências urgentes, a fim de evitar possíveis contaminações no uso do telefone público. Como o vírus da gripe é transmitido pelas vias respiratórias – boca e nariz -, o usuário do telefone público deve ter cuidado e lavar bem as mãos após o uso. Também é essencial evitar tocar ou coçar a boca e o nariz com as mãos após tocar nos aparelhos. O princípio da precaução é fundamental. Na dúvida, o melhor é se prevenir.

Os pesquisadores da PRO TESTE constataram que a grande maioria dos orelhões estava sujo ou enferrujado ou quebrado ou tinha arranhões, pichações, adesivos com propagandas políticas ou anúncios eróticos. A situação dos aparelhos é ainda pior: quase metade estava danificada. Mesmo os instalados nas proximidades de serviços de emergência, como hospitais ou delegacias, nem sempre os telefones estavam funcionando.

Foram avaliados 274 orelhões no Rio de Janeiro; 324 em São Paulo e 255 em Porto Alegre. Entre os telefones públicos avaliados 75% estavam instalados nas ruas, em lugares abertos. Estavam em estabelecimentos comerciais, como supermercados e shoppings 23% deles. E fizeram parte da pesquisa 2% que se encontravam em escolas, cemitérios, hospitais, metrôs, prefeituras e terminais rodoviários.

Se as empresas falham na manutenção, os usuários, por sua vez, continuam sendo os culpados pelo principal problema dos orelhões encontrados fora do ar: o vandalismo.

Quem destrói um telefone público comete crime previsto no Código Penal, que pode resultar em multa e prisão de seis meses até três anos. Para coibir o vandalismo,deve se denunciar quando se presenciar alguém destruindo os orelhões.

Quando encontrar um orelhão danificado, o consumidor pode pedir o seu conserto e limpeza à operadora responsável. A Anatel exige que 98% dos pedidos de consertos sejam atendidos em até oito horas. Na Oi, a solicitação é feita pelo número 103- 31; na Telefônica, pelo 103-15; e na Brasil Telecom, pelo 103- 14. Para as demais operadoras deve se utilizar o prefixo 103 + o código de seleção da operadora que disponibiliza o telefone.
Como evitar o contágio da gripe?
– Cubra seu nariz e boca com um lenço quando tossir ou espirrar.
– Jogue no lixo o lenço após o uso.
– Lave suas mãos constantemente com água e sabão, especialmente depois de tossir ou espirrar. Produtos à base de álcool para limpar as mãos também são efetivos.

Foto de Ascoferj
Ascoferj
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