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icone de categorias Notícias icone de data de publicação 24 de abril de 2013.

FQM compra a SKL Pharma e entra no setor de probioticos

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Margarina funcional, iogurte com lactobacilos e biscoitos com fibras são alimentos já comuns no dia-a-dia. Mas os mesmos princípios utilizados nesses alimentos agora começam a ser vendidos como produtos funcionais, os chamados probióticos. No mundo, é um mercado que gira em torno de R$ 20 bilhões, com crescimento entre 6% e 7% ao ano, segundo relatório Global Industry Analysis feito pela Transparency Market Research (TMR). De olho nesses números, o grupo FQM, dono dos laboratórios Farmoquímica e Herbarium, adquiriu o SKL Pharma, indústria especializada nesse segmento. "São produtos muito utilizados por médicos no apoio a tratamentos de pessoas internadas. Além de reconstruir a flora intestinal, eles ainda ajudam a melhorar a imunidade", afirma o presidente do grupo, Marcelo Geraldi. O grupo FQM vinha tentando começar a produzir esses produtos em seus laboratórios, mas encontrava dificuldades em liberá-los na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O SKL Pharma, porém, já possuía em seu portfólio cinco marcas aprovadas, era o único laboratório do País capaz de produzir uma linha de tais medicamentos, explica Geraldi. "Por isso, a aquisição foi uma ótima solução", completa o presidente. Segundo Geraldi, os grandes laboratórios ainda não possuem uma linha especializada nesse segmento. Por isso, o grupo criou uma marca nova para ser mais facilmente reconhecida pelo consumidor: a Invictus. "Estamos saindo na frente e focando em medicamentos com receita. Queremos criar a primeira marca que o médico indique e o consumidor associe como a de probióticos no Brasil." Os medicamentos não serão diretamente vendidos nas prateleiras das drogarias, como os da Herbarium, mas atrás do balcão e com receita médica. Além dos probióticos, que são os medicamentos com as bactérias benéficas ao intestino, o laboratório também fabricará os meicamentos simbióticos, que além das bactérias trazem fibras que as alimentam e estimulam seu crescimento mais rapidamente. As bactérias não são cultiva nos Brasil. Elas são importadas em forma de cepas, principalmente dos laboratórios Du Pont e Danisco. Fonte: Valor Econômico


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