Incidência de conjuntivite alérgica é maior durante o inverno

Snif Brasil

As baixas temperaturas registradas durante a temporada do inverno brasileiro são responsáveis por diversas alergias e transtornos respiratórios como asma, rinite e sinusite. O que muitas pessoas desconhecem é que os mesmos fatores causadores desses quadros podem também ocasionar problemas oculares como a conjuntivite alérgica.
O Dr. Jorge Mitre, oftalmologista especializado em retina e presidente do Hospital de Olhos de São Paulo – HOSP, alerta para o cuidado com as reações alérgicas que podem desencadear a inflamação da conjuntiva, membrana transparente que recobre o globo ocular e a parte interna da pálpebra. “Denominada de conjuntivite alérgica, algumas medidas podem ser incorporadas ao dia-a-dia para evitar a contração da doença, que é mais incidente nesta época do ano”, comenta o especialista.

Evitar contato com pólen e flores, pelos de animais, cloro de piscinas e locais com grande concentração de poluição, além de lavar a mão e o rosto diversas vezes ao dia são fatores importantes para evitar a doença. “Para auxiliar na prevenção também deve ser evitado o compartilhamento de lençóis, toalhas, travesseiros e outros objetos de uso pessoal”, afirma Dr. Mitre.
A incidência da conjuntivite é maior durante o inverno, principalmente, pelo tempo seco e também pelo aumento de contato com ácaros por meio de roupas, sapatos e outros acessórios que estavam guardados durante as outras estações. “É indicado que as pessoas deixem os objetos no sol antes da utilização”, acrescenta o especialista.
Os principais sintomas da conjuntivite alérgica são olhos vermelhos, lacrimejamento, secreção, sensação de areia nos olhos, inchaço das pálpebras, desconforto e ardor, intolerância à luz e visão distorcida. Segundo o Dr. Jorge Mitre, as pessoas devem procurar um oftalmologista quando perceberem esses sintomas. “O médico deve realizar exames clínicos, analisar o caso e indicar o tratamento mais adequado de acordo com o paciente, que pode durar até 15 dias”, completa.

É importante ressaltar que a conjuntivite também pode ser contraída por vírus ou bactérias e nessa modalidade é altamente contagiosa. Mais comum no verão, o desconforto ao paciente é maior e o tratamento ministrado também deve ser diferenciado.
“Apesar de não ser uma patologia grave, qualquer caracterização de conjuntivite é incômoda. Pelo seu alto poder de transmissão, a pessoa infectada deve permanecer cerca de uma semana afastada de lugares com grande circulação de pessoas”, conclui Dr. Mitre.

Foto de Ascoferj
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