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icone de categorias Notícias icone de data de publicação 3 de junho de 2013.

Indústria farmacêutica perde US$ 2 bilhões com falsificações

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O vice-presidente do Grupo Assa, consultoria empresarial com a vertical saúde estruturada por indústria farmacêutica, dispositivos médicos e seguradoras, Ariel Capone, que há cerca de 15 bilhões de medicamentos falsos no mundo. O número representa para a indústria farmacêutica perda anual de US$ 2 bilhões. “Os medicamentos falsificados representam para as companhias farmacêuticas uma forma de pressão sobre a rentabilidade. Estima- se que o valor de todas as drogas adulteradas ou falsificadas em circulação supera US$ 75 bilhões por ano no mundo”, aponta Capone. De acordo com o executivo, isto significa que 15% dos medicamentos que são comprados mundialmente podem ser falsos. Ele diz, ainda, que esse fenômeno cresceu 90% nos últimos cinco anos, e a maior parte dessas drogas está concentrada na América Latina e Ásia. “Com esse resultado, onde fica o prestígio e desempenho das organizações de saúde?”, indaga. Para Capone, a dúvida surge ao analisar que a rentabilidade das farmacêuticas também é afetada devido à queda na renda como resultado da expiração de patentes, e novas regulamentações que incentivem a prescrição de medicamentos genéricos. Um exemplo é o fim da patente do Liptor e do Viagra em 2012, ambos da Pfizer, que representou uma perda de US$ 10 bilhões à empresa. “O faturamento da companhia com essas drogas era de US$ 20 bilhões em vendas, o que deixa claro que uma expiração como esta significa perdas astronômicas. Com isso, a indústria está experimentando o preço baixo”, conta o executivo. Capone destaca também um prejuízo atrelado à intensificação da regulamentação governamental, que gera um aumento de pressão nos custos operacionais. Esse efeito, em conjunto com o caso das patentes, ameaça fortemente as margens da indústria, segundo o VP, que aponta cortes em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) como uma das consequências. “Está claro que se as farmacêuticas não encontrarem a melhoria de produtividade dos negócios, irão cortar a área de pesquisa e essa atitude só vai afetar ainda mais o seu futuro. Esse cenário atinge diretamente o portfólio de novos medicamentos e, portanto, é algo a se evitar”. Fonte: Guia da Farmácia


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