Logística reversa deve ganhar força no 2º semestre do ano

Se a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) tem demonstrado visíveis avanços quanto ao descarte adequado em segmentos como os de pilhas e embalagens de agrotóxicos, a área de medicamentos ainda engatinha para implantar a prática. A expectativa é de que esse cenário altere-se a partir de julho, quando o governo federal deve publicar o edital para a implantação da logística reversa no setor de medicamentos. O presidente-executivo do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo (Sindusfarma), Nelson Mussolini, salienta que, quando se fala da logística reversa no caso dos medicamentos, o reaproveitamento é mais complicado. “O risco sanitário de aproveitar um medicamento vencido ou um produto que não se sabe como foi armazenado é muito grande”, alerta Mussolini. O executivo afirma que os itens mais tóxicos, aplicados em clínicas e hospitais, normalmente são encaminhados de uma forma correta para o descarte, pois são fiscalizados. A questão são os produtos que sobram em casa, que em geral não são tão tóxicos. “Nós, da indústria, temos uma posição muito clara: sim, precisamos fazer alguma coisa, mas temos que estudar com cuidado o que e como fazer”, defende Mussolini. Não são apenas os medicamentos que devem receber atenção na hora da destinação final. A chefe de serviço de farmácias do Hospital de Clínicas, Simone Mahmud, salienta que as caixas de medicamentos e as bulas não devem ser descartadas intactas para não serem aproveitadas em eventuais fraudes. Ainda que não haja uma legislação nacional sobre a destinação dos medicamentos, iniciativas voluntárias envolvendo farmácias, hospitais, clínicas e universidades são adotadas cada vez mais. Uma dessas ações é o programa Descarte Consciente, desenvolvido hoje nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Distrito Federal, Ceará, Pernambuco, Bahia e Espírito Santo. Fonte: Jornal do Comércio – RS

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