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icone de categorias Notícias icone de data de publicação 13 de novembro de 2009.

Médicos precisam ter cautela com opióides nos quadros de enxaqueca

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Estudo mostra que pacientes que retornam várias vezes ao pronto-socorro com o problema têm mais chances de receber este tipo de medicamento

Pesquisadores da Califórnia afirmam que opiódes, como morfina e meperidina, têm que ser administrados com cuidado e critério pelos médicos nos setores de emergência dos hospitais em pacientes portadores de enxaqueca. Segundo artigo publicado este ano no Journal of Emergency Medicine, Tornabene e colegas, médicos das disciplinas de emergência, medicina da família e otorrinolaringologia da University of California e do Kaiser Permanente Oakland, investigaram em um pronto-socorro os prontuários de pacientes deste tipo para identificar com que freqüência eles haviam recebido opióides. Outro objetivo da equipe foi descobrir qual a ligação disso com o tempo de permanência no serviço.

Os pacientes reincidentes, ou seja, que procuraram o hospital repetidas vezes queixando-se de enxaqueca, tiveram significativamente “mais chances de receber opióides como tratamento, de receber múltiplas doses de opióides e de receber opióides como tratamento farmacológico inicial se comparados aos não reincidentes”, dizem os autores. Além disso, independente de ser a primeira vez ou não que a pessoa chegava ao pronto socorro, aqueles que receberam opióides ficaram mais tempo internados na emergência em tratamento do que os que não receberam. Por fim: “os pacientes que receberam múltiplas doses de opióides tiveram estadas significativamente mais longas no pronto-socorro (191 minutos) do que aqueles aos quais foi dada dose única de um opióide (125min)”, escrevem.

Os médicos afirmam também que não administrar opióide “de cara” e só em uma segunda etapa do atendimento (quando o não opióde não surtir efeito) não resultou em internações mais longas no pronto-socorro (PS), mas sim o uso do opióide, de qualquer forma. “A administração de opióides para enxaqueca talvez resulte em um tempo de permanência maior no OS, quando comparada aos tratamentos para a migrânea (enxaqueca) que não utilizam opióides”, dizem e alertam: “recomenda-se um uso criterioso de opióides como tratamento para migrânea”.


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