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icone de categorias Notícias icone de data de publicação 7 de janeiro de 2013.

Subsídio para compra de remédios deve beneficiar 6 milhões de empregados no Brasil até o fim do ano

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Mais de dois milhões de pessoas no Brasil já recebem das empresas onde trabalham subsídio para a compra de remédios, por meio do Programa de Benefício em Medicamentos (PBM). Até bem pouco tempo atrás, poucas pessoas no Brasil conheciam esse benefício, muito comum nos Estados Unidos. No entanto, a adesão de grandes empresas (como Petrobras, Unilever, Nestlé, Oi e IBM) ajudou a promover o benefício por aqui, que passou a ser o desejo de muitos empregados e de outras empresas também. Com isso, a expectativa da PBMA (Associação Brasileira das Empresas Operadoras de PBM) para 2013 é que outros 3,5 milhões de empregados tenham acesso ao benefício, chegando a cerca de 6 milhões de usuários. “As empresas estão reconhecendo as vantagens que o benefício traz tanto para o empregado quanto para a própria companhia. Além da promoção da saúde entre os funcionários, há uma considerável redução nos custos da empresa relacionados à saúde e um notável aumento da sua produtividade. Assim, os empregados passaram a demonstrar interesse pelo benefício e, na outra ponta, o RH das empresas viu o mesmo interesse em oferecê-lo”, diz Fabio Hansen, diretor da PBMA. De acordo com a associação, as empresas subsidiam, em média, cerca de 50% do valor dos medicamentos, que podem ser adquiridos numa extensa rede de farmácias credenciadas. Pesquisas apontam que muitas pessoas deixam de seguir o tratamento medicamentoso prescrito pelo médico por não dispor mais de dinheiro para continuar comprando os remédios. No ano passado, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas) também divulgou que os gastos com medicamentos estão entre os maiores dos brasileiros na área da saúde. “O PBM é uma solução para esse grave problema que acomete milhões de pessoas, garantindo acesso mais fácil aos medicamentos necessários para os cuidados com a saúde, evitando complicações mais sérias e, em muitos casos, até mesmo o óbito. Trata-se de um direito à vida”, conclui Hansen.   Fonte: Fator Brasil


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