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icone de categorias Notícias icone de data de publicação 23 de novembro de 2010.

Ascoferj promove palestra sobre aplicação correta de insulina

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Ascoferj

""Em parceria com a BD Brasil, a Ascoferj promoveu a palestra “Aplicação de Insulina” na quarta-feira (17/11). A farmacêutica da BD, Beatriz Lott, discutiu questões relacionadas à aplicação de insulina, explicou a diferença entre as seringas e comentou sobre a oportunidade de aumentar vendas.

Em 2002, dados mostravam que 173 milhões de pessoas, no mundo, tinham diabetes. Em 2030, esse contingente pode chegar a 300 milhões. “Às vezes, no bairro em que você mora, a concentração de diabéticos pode ser grande. Os clientes precisam dos medicamentos e das orientações da farmácia. O número de portadores de diabetes tende a aumentar”, disse Beatriz aos profissionais que assistiam à palestra.

A palestrante explicou que a maior parte das pessoas que possui Diabetes Tipo 2 resiste ao tratamento, inclusive à aplicação da insulina. Segundo Beatriz, elas não têm acesso à informação, e a maioria é pouco esclarecida. “A injeção de insulina é vital, necessária. Esses clientes precisam de muita atenção da farmácia”, alertou Beatriz. Por outro lado, os pacientes portadores de Diabetes Tipo 1 costumam ser mais informados, pois pesquisam sobre a própria doença. São pessoas que buscam o que há de melhor no mercado para tratar a doença. Por isso, podem ser grandes clientes.

O público fez exercícios para aprender na prática a utilizar a seringa corretamente e recebeu dicas para aplicação de insulina. Beatriz explicou qual seringa é a melhor para cada tipo de paciente e chamou a atenção para o cuidado com o material. “Uma agulha nunca pode ser encapada novamente. E, ao comprar as seringas, o pacote adquirido deve estar totalmente lacrado”, disse a palestrante.

""A farmacêutica ressaltou a importância do conhecimento sobre assunto. O funcionário deve conscientizar os clientes dos riscos da reutilização de seringas e agulhas. Se o paciente utilizar a agulha mais de uma vez, haverá alteração no formato e redução na lubrificação, dificultando a introdução e podendo ocasionar dores e até obstrução do local. “Ao orientar corretamente os portadores de diabetes, a farmácia acaba aumentando as vendas. Sabendo que não poderão reaproveitar os materiais, os pacientes acabam comprando mais. Com a reutilização, o estabelecimento costuma vender um pacote a cada três meses. Sem a reutilização, pode checar a três pacotes mensais”, destacou Beatriz.

Para Natanael Gomes, balconista, a palestra esclareceu dúvidas e aperfeiçoou conhecimentos. Já Daniela Pires, farmacêutica, disse que muitos assuntos que passam despercebidos no dia a dia foram enfatizados pela palestrante.


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