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icone de categorias Notícias icone de data de publicação 5 de maio de 2010.

AstraZeneca registra crescimento de 23,7% no primeiro trimestre de 2010

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Edelman Brasil

Laboratório mantém crescimento acima do registrado pelo mercado de acordo com dados do IMS

A AstraZeneca do Brasil fechou o primeiro trimestre de 2010 com um faturamento bruto de R$ 197,1 milhões, crescendo 23,7% em relação ao mesmo período do ano anterior, de acordo com dados do segmento de produtos de prescrição médica do IMS Health, que audita as vendas em farmácia. Mais uma vez, o crescimento foi maior do que o registrado pelo mercado brasileiro (21,8%). Com esse resultado a AstraZeneca ocupa a nona colocação na classificação geral do IMS Health.

Contabilizando as vendas em farmácia e para hospitais, de acordo com o Grupemef, a AstraZeneca do Brasil fechou o primeiro trimestre de 2010 com um faturamento bruto de R$ 388,7 milhões, crescendo 16,7% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior.

Crescimento global

O primeiro trimestre também foi positivo para a operação global da AstraZeneca, cujas vendas nesse período aumentaram 7%, a taxas constantes de câmbio, atingindo US$ 8,57 bilhões. Entre os medicamentos, o destaque foi Crestor, com o crescimento de vendas de 27%.

Os mercados emergentes continuam apresentando um bom desempenho. As vendas nesses países aumentaram 19%, a taxas constantes de câmbio, no primeiro trimestre.

De acordo com o CEO global, David Brennan, os resultados do primeiro trimestre refletem a manutenção do forte desempenho da AstraZeneca no mercado com importantes medicamentos como Crestor, Seroquel e Symbicort, destacando também o desempenho nos mercados emergentes.

“Obtivemos crescimento nas principais regiões e também nos mercados emergentes, mas as perspectivas são ainda mais desafiadoras. Com base no desempenho do primeiro semestre e nas perspectivas para o restante do ano, aumentamos nossas metas de dividendos por ação. Nosso pipeline foi reforçado durante o trimestre com a fase final do projeto de desenvolvimento em artrite reumatoide da Rigel Pharmaceuticals”, afirma Brennan.


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