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icone de categorias Notícias icone de data de publicação 10 de dezembro de 2010.

Cialis amplia liderança e movimenta US$ 296 mi nos dez primeiros meses do ano

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O Estado de S.Paulo

Diferentemente do que se imaginava, a entrada dos genéricos na categoria de medicamentos para disfunção erétil não abalou a posição do Cialis, da Eli Lilly, líder absoluto do mercado brasileiro. Ao contrário, em 2010 o medicamento aumentou sua participação nesse nicho, que movimentou US$ 296 milhões nos primeiros dez meses no País.

Na comparação entre janeiro e outubro deste ano sobre igual período de 2009, o Cialis ampliou seu market share, em valor, para 50,8%, alta de 16,6% ante uma fatia de 31,3% do Viagra, da Pfizer, 12% do Levitra, da Bayer, e 5,3% do Helleva, da Cristália, num ranking com apenas os medicamentos de marca.

No entanto, mesmo incluindo os genéricos e os similares, que passaram a competir apenas neste ano, o Cialis se mantém no topo, com 43,4% contra 26,7% do Viagra e 10,2% do Levitra.

DOSE DIÁRIA

Segundo Luciano Finardi, diretor de marketing da Lilly, há duas razões para explicar a força do Cialis, que custa o dobro do Viagra. "É justamente o efeito mais prolongado do Cialis, de 36 horas contra oito horas dos demais, que atrai o consumidor", afirma Finardi.

Otimista, ele acredita que a participação do Cialis será reforçada com a embalagem com 28 unidades, lançada em setembro, época do surgimento dos primeiros genéricos. Segundo Finardi, o Cialis Diário, vendido a R$ 220 a caixa, funciona para o homem como a pílula anticoncepcional para a mulher. "Tomando todo dia, o homem está sempre apto para o sexo", diz.


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