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icone de categorias Notícias icone de data de publicação 8 de junho de 2011.

De referência, genéricos e similares: entenda diferença entre os medicamentos

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Mais Você / TV Globo

“Existe muita confusão sobre o que é remédio de marca e remédio genérico, ou similar e nós vamos tentar explicar”, ressaltou Ana Maria Braga ao anunciar o assunto no Mais Você desta segunda-feira, dia 06 de junho. A apresentadora recebeu na casa o presidente da Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Dirceu Barbano, para informar o telespectador.

Em reportagem, o Mais Você ouviu a opinião dos consumidores. Muitos deles falaram que optam pelo genérico por causa do preço. Alguns alegam que os efeitos são exatamente os mesmos e não há motivos para não comprar o genérico, ou similar. A matéria também denunciou a diferença de até 1000% do preço do mesmo medicamento em diferentes farmácias. O Mais Você descobriu que existem alguns médicos que têm restrições ao medicamento genérico.

“Os genéricos são medicamentos que têm o mesmo princípio ativo dos remédios de marca. Eles passam por testes chamados de bioequivalência, custam cerca de 35% menos do que os remédios de marca. Os remédios similares são exatamente iguais aos de marca, mas não passam por teste de bioequivalência”, destacou Ana Maria Braga.

Na casa, Dirceu Barbano contou que os medicamentos no Brasil passam por um controle muito grande em relação à qualidade. “O medicamento de referência é aquele que ainda é protegido por patente, e depois, ele se torna uma referência para que sejam feitas cópias dele”, contou o especialista sobre os remédios de marca.

“Os genéricos são cópias legais, não tem nada de pirata, nada de ilegal. Para os médicos ainda há dúvidas se de fato eles são cópias fiéis. Porém, os remédios são todos conferidos. São feitos testes em pacientes que tomam remédios de referência e genéricos, e é feito o exame de sangue dessas pessoas. Em seguida, analisamos se os efeitos deste remédio no organismo é o mesmo”, destacou. “Por todas as técnicas e pela boa estrutura que nós temos na vigilância sanitária do Brasil, podemos assegurar a eficácia destes medicamentos genéricos”, observou Dirceu.

“Até o ano de 2003 os medicamentos similares não tinham uma obrigatoriedade de apresentar os mesmos testes do que os genéricos. Porém, até 2014 todos os medicamentos similares no Brasil, terão que passar pelos mesmos testes. O medicamento similar hoje tem a mesma qualidade dos medicamentos genéricos e dos medicamentos de referência. Custa mais barato somente por uma questão de mercado”, explicou o presidente da Anvisa.

Ao final da conversa, Dirceu Barbano informou que, no Brasil, existem em torno de 20 mil registros de medicamentos. “A participação dos genéricos no mercado brasileiro vem crescendo, ela já chegou a 25%”, disse.


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