Pular para o conteúdo

Notícias


icone de categorias Notícias icone de data de publicação 22 de setembro de 2014.

Farmacêutica Takeda anunciou mudanças na sua estrutura organizacional global

COMPARTILHE:

A dona da Neosaldina no Brasil, a farmacêutica japonesa Takeda, anunciou nesta semana mudanças na sua estrutura organizacional global. A reestruturação, segundo comunicou a companhia, visa tornar as operações mais ágeis para atender necessidades e oportunidades do setor em todos os países onde a Takeda mantém operação. Os negócios da companhia foram divididos em cinco mercados principais: Japão, onde a farmacêutica figura como uma das maiores do setor, países emergentes, Estados Unidos, Europa e Canadá. A companhia também anunciou duas novas áreas de atuação as quais planeja direcionar seus esforços: vacinas e tratamentos de combate ao câncer. "A nossa aspiração para Takeda é ser a melhor do setor em todos os aspectos dos nossos negócios. Para conseguir isso, precisamos estabelecer maior proximidade com pacientes e clientes, a fim de compreender verdadeiramente suas necessidades", afirmou Christophe Weber, presidente global da companhia, em comunicado. Mudanças no Brasil No Brasil, a Takeda anunciou mudanças na liderança. Ricardo Marek, que comandava as operações da farmacêutica por aqui, vai assumir a gestão das operações de toda América Latina. Segundo a companhia, a mudança faz parte do processo de reestruturação global. Nesse novo contexto, o executivo será responsável por liderar sete países: Argentina, Brasil, Colômbia, Equador, México, Peru e Venezuela. "Liderar esse time, composto por cerca de 3.000 profissionais, distribuídos em sete países, é um grande desafio que recebo extremamente motivado e certo de que encontraremos muitas sinergias e possibilidades para alavancar os negócios", disse Marek, em nota. Com a mudança, a ideia é ter o Brasil e a América Latina como uma única região, é torná-la maior e mais robusta dentro da estrutura de mercados emergentes. A cidade de São Paulo vai passar a ser a sede dessa nova região, que somou receitas de quase 800 milhões de dólares no último ano fiscal. Fonte: Exame – SP


VER MAIS SOBRE: arquivo


Este site utiliza cookies para garantir seu funcionamento correto e proporcionar a melhor experiência na sua navegação. Ao continuar nesse site você está de acordo com nossa Política de Privacidade.