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icone de categorias Notícias icone de data de publicação 5 de janeiro de 2016.

Farmacêutico é peça-chave para indústrias do setor

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Revista da Farmácia (Edição 190)

O farmacêutico que atua nas farmácias e drogarias do País exerce um papel fundamental nos cuidados com a saúde da população. Não é à toa que sua presença é obrigatória nesses estabelecimentos. É ele o profissional de saúde mais próximo ao paciente, que auxilia e orienta sobre os medicamentos, ajuda na melhor maneira de seguir um determinado tratamento e colabora na redução de riscos durante o uso de diferentes remédios. Por isso, cada vez mais, a indústria farmacêutica tem depositado total confiança nesse profissional. A função dele dentro da farmácia é uma extensão do trabalho que as indústrias farmacêuticas realizam quando produzem medicamentos.

A diretora Comercial da Sandoz, Erica Sambrano, comenta que o farmacêutico agrega em suas atribuições o conhecimento dos medicamentos e das terapias, e a sua responsabilidade é garantir que eles sejam utilizados de forma correta. “Reconhecemos que o farmacêutico tem esse papel. E, por isso, é nosso dever, como indústria, investir na educação dele, munindo-o de informações que garantam a realização de um atendimento seguro e eficaz junto ao paciente que chega à farmácia”, diz Erica.

A Sandoz possui diferentes ações com foco no farmacêutico. “Realizamos treinamentos presenciais e pela internet com o intuito de mantê-lo atualizado, sem dúvidas e capacitados para o atendimento ao consumidor final. Também oferecemos cursos de extensão em Farmácia em parceria com a Universidade Estadual de Londrina. E temos publicações orientando sobre atendimento, exigências legais e a correta dispensação de medicamentos”, enumera.

Outra iniciativa destacada pela diretora é o projeto Caravana Sandoz, que tem a proposta de percorrer vários pontos do Brasil levando novos conhecimentos às farmácias independentes por meio de treinamentos. “A ideia desse projeto é qualificar também balconistas, farmacistas e gestores”, acrescenta.

 

Impacto nas contas públicas

Segundo o diretor de Primary Cary da GlaxoSmithKline (GSK), Isaac Jarlicht, o maior desafio para a indústria farmacêutica é fazer com que o paciente tome a medicação no período indicado pelo médico, especialmente aqueles de uso contínuo. “Existem algumas doenças em que os sintomas acabam desaparecendo logo após o início do tratamento, e o paciente entende que está curado, mas não está. O papel do farmacêutico é exatamente o de contribuir para a continuidade desse tratamento”, afirma.

A GSK promove capacitação para a classe farmacêutica em algumas redes de farmácia com foco em produtos e doenças. “Consideramos de extrema importância aprofundar os conhecimentos de determinadas enfermidades e seus respectivos tratamentos para que os farmacêuticos estejam aptos para o excelente atendimento ao cliente final”, defende.

O papel do farmacêutico que atua em farmácias e drogarias extrapola os muros do estabelecimento e chega à esfera pública, pois o seu trabalho permite a redução dos gastos do governo com o sistema público de saúde. O paciente passa a não buscar inúmeras vezes pelas unidades de atendimento porque faz uma boa gestão do medicamento com a orientação do farmacêutico e, consequentemente, consegue dar continuidade ao tratamento.

“Ele é capaz de fornecer o melhor acompanhamento farmacoterapêutico e indicar alternativas mais acessíveis ao bolso e com a mesma qualidade, segurança e eficácia dos medicamentos prescritos pelo médico, como é o caso dos genéricos. E ainda incentiva a adesão ao tratamento até a cura”, diz o diretor Comercial da Unidade de Genéricos da EMS, Aramis Domont.

Para ele, um dos papéis da indústria é o de tornar pública a função desse profissional por meio de ações que tornem o farmacêutico uma referência dentro da farmácia. “Para isso, precisamos capacitá-lo. Uma de nossas iniciativas é o Academis, projeto de consultoria e capacitação presencial, que também é voltado para gestores e proprietários de drogarias. A iniciativa já qualificou mais de 54 mil participantes em todo o Brasil”.

Damont ressalta outra ação da EMS, o Programa Onda Azul, que acompanha de perto a rotina nos pontos de vendas. “O nosso objetivo é entender as necessidades dos clientes para que possamos oferecer soluções que auxiliem os farmacêuticos nos desafios diários”, garante.

A EMS também patrocina, desde o início de 2015, o aplicativo Kairos EMS, voltado ao público farmacêutico com informações sobre os medicamentos comercializados no Brasil, oferecendo cursos online.


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