Novas parcerias ampliam produção nacional de remédios

Brasil Econômico

O governo federal está investindo diretamente na capacitação produtiva e tecnológica de indústrias nacionais de equipamentos hospitalares e medicamentos para reduzir a dependência dos importados no setor. O programa de fortalecimento do chamado complexo industrial da saúde ganhou impulso em 2009 e fixou metas para os próximos três anos.

Tocado pelo Ministério da Saúde, o plano envolve estímulos à pesquisa e à inovação, com apoio de laboratórios oficiais e a garantia contratada de compras de insumos para o serviço público. "A União é o maior cliente da saúde do país e teminteresse estratégico em desenvolver o ramo farmacêutico e outros relacionados", diz o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Reinaldo Guimarães. Ele lembra que o país é o nono maior mercado mundial em consumo de remédios e na produção sequer está entre os 20.

Em novembro foram assinados nove projetos de parcerias público-privadas (PPPs) envolvendo sete laboratórios públicos e sete parceiros privados, sendo um destes estrangeiro, para a produção de 14 fármacos (matéria- prima de medicamento). O ministério quer elevar esse número para 28. A expectativa é que já a partir deste ano o governo possa comprar dos laboratórios públicos os novos medicamentos produzidos no Brasil, reduzindo o impacto negativo na balança comercial. Se atingirem os objetivos, essas PPPs alcançariam R$ 650 milhões em compras anuais do ministério ou 11% do seu orçamento para a compra de medicamentos. Assim, com a produção no próprio país, a União estima uma economia de R$ 130 milhões a R$ 150 milhões por ano até 2015.

Em paralelo, espera-se o cumprimento das fases para transferência de tecnologia. Os investimentos não envolvem apenas o parque produtivo das fábricas brasileiras, mas também o apoio à pesquisa própria. No período entre 2009 e 2012, o Ministério da Saúde planeja aplicar R$ 350 milhões na infraestrutura dessas unidades, uma média anual de R$ 87,5 milhões, quase o triplo dos últimos cinco anos.

RECEITA
União arrecada mais de R$ 73 bilhões em janeiro com impostos e contribuições
A arrecadação de impostos e contribuições federais totalizou em janeiro R$ 73,027 bilhões, segundo dados divulgados ontem pela Receita Federal. O resultado de janeiro de 2010 representa uma queda real pelo IPCA de 1,88%em relação a dezembro de 2009, mas significa um aumento de 13,64%na arrecadação ante janeiro de 2009, quando as receitas foram impactadas pelos efeitos da crise econômica internacional.

ALIMENTAÇÃO
Pesquisa da Assert retrata preço médio de refeições nas cinco regiões do Brasil
A refeição para quem trabalha nas principais cidades brasileiras e almoça em restaurantes custa, em média, R$ 18,20. É o que revela levantamento nacional da Associação das Empresas de Refeição e Alimentação Convênio para o Trabalhador (Assert), que reúne empresas do sistema de vouchers e cartões refeição.

A pesquisa avaliou os preços da refeição composta por prato principal, bebida não alcoólica, sobremesa e café. Divulga&cc

Foto de Ascoferj
Ascoferj
A Associação do Comércio Farmacêutico do Estado do Rio de Janeiro (Ascoferj) é uma entidade sem fins lucrativos que atua para defender e preservar os interesses do varejo farmacêutico. No quadro de associados, há farmácias e drogarias independentes, redes de pequeno, médio e grande porte, empresas ligadas ao associativismo e distribuidores de medicamentos e perfumaria. Os associados têm uma série de benefícios e serviços, como assessoria jurídica, cursos de capacitação, consultoria em assuntos regulatórios, descontos e vantagens com parceiros, entre outros. Além disso, a tranquilidade de saber que não se está sozinho, que há com quem contar, principalmente nos momentos de crise. A Ascoferj também atua fortemente junto ao poder público, estreitando relações com o Governo do Estado, prefeituras, deputados, vereadores, secretarias públicas e órgãos reguladores.
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