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icone de categorias Notícias icone de data de publicação 21 de maio de 2009.

Oito entre os dez medicamentos mais receitados são genéricos

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Folha de S. Paulo

Dez anos após a aprovação da lei que introduziu os medicamentos genéricos no país, oito entre os dez remédios mais receitados em 2008 eram genéricos – 60% a mais do que em 2007, quando cinco entre os dez eram genéricos, aponta a Pró-Genéricos (Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos).

A participação desses medicamentos no mercado aumentou dois pontos percentuais em um ano: de 15,6% em 2007 para 17,7% em 2008. Além disso, o número de novos genéricos registrados na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) cresceu 15,22%: em 2007 foram registrados 289 novos genéricos e, em 2008, 333.

De acordo com Dirceu Raposo, diretor-presidente da Anvisa, até março deste ano 103 novos genéricos foram registrados, somando 2.658 medicamentos de 104 classes terapêuticas disponíveis no país.

"A indústria está pedindo mais registros. Isso é bom para aumentar a oferta de produtos e a concorrência", diz.

Para Odnir Finotti, presidente da Pró-Genéricos, o crescimento de dois pontos percentuais no mercado de remédios é bastante significativo, especialmente em uma área tão competitiva. "Ganhar dois pontos de participação dentro da indústria de medicamentos é um crescimento importante", diz.
De acordo com Finotti, o aumento da indicação de genéricos nas receitas indica que há mais oferta de produtos e que os médicos estão mais convencidos da importância e dos resultados dos genéricos no país.

"Antes as pessoas desconfiavam dos genéricos, achavam que os resultados não seriam os mesmos dos remédios de marca. Agora as pessoas estão tendo mais acesso aos medicamentos e estão mantendo seus tratamentos. Isso representa um impacto grande na qualidade de vida", afirma.
Na opinião de Finotti, o desempenho da indústria de genéricos nesses dez anos foi muito bom, mesmo sem ter atingido a expectativa inicial – que era representar entre 25% e 30% do mercado nos cinco primeiros anos.

"O conceito de genéricos no país era muito novo e não tínhamos quantidade de produtos suficiente. Hoje a realidade é outra, o mercado está crescendo anualmente e a variedade de produtos é grande", diz.
Por lei, os remédios genéricos devem custar 35% mais barato do que os de marca, mas geralmente eles chegam a custar até 50% menos. Para que sejam identificados facilmente, todos possuem uma tarja colorida com a letra G.


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