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icone de categorias Notícias icone de data de publicação 5 de abril de 2013.

Reajuste anual de preços de medicamentos

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Mais uma vez, o governo aplicou um discutível cálculo de produtividade que reduz o índice de reajuste e prejudica muitas empresas, ao impedi-las de repor o aumento de custos de produção do período. Desde 2011, a indústria farmacêutica enfrenta fortes pressões de custo, principalmente com pessoal, insumos e matérias-primas, majoritariamente importadas, cujas cotações internacionais subiram no ano passado e ficaram ainda mais elevadas por causa da desvalorização do real. Até agora, o setor absorveu esse impacto, mas em contrapartida experimentou queda de rentabilidade. Esse fato preocupa o Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo (Sindusfarma), pois a continuidade dessa situação vai afetar a saúde financeira das empresas, podendo comprometer o lançamento de produtos e os investimentos necessários ao desenvolvimento de medicamentos inovadores.

Reajuste autorizado pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED)  
Nível 1: medicamentos com participação de genéricos igual ou superior a 20% 6,31%
Nível 2: medicamentos com participação de genéricos igual ou superior a 15% e abaixo de 20% 4,51%
Nível 3: medicamentos com participação de genéricos abaixo de 15% 2,70%

Fonte: Diário Oficial da União, 04/04/2013   Se todas as apresentações de medicamentos forem reajustadas pelos índices máximos autorizados, o aumento médio ponderado será de 4,59%. Assim, como tem acontecido nos últimos anos, a variação de preços dos medicamentos ficará abaixo da inflação geral. Em 2012, por exemplo, os medicamentos subiram 4,11% em média, enquanto a inflação geral foi de 5,84%, segundo o IPCA do IBGE. Aumento gradual O reajuste anual de preços fixado pelo governo poderá ser aplicado a partir de 31/03/2013 a cerca de 19 mil apresentações de medicamentos disponíveis no mercado brasileiro. Mas é sempre importante esclarecer que o reajuste atualiza a tabela de Preços Máximos ao Consumidor (PMC) e não gera aumentos automáticos nem imediatos nas farmácias e drogarias. Em regra, há um período de ajuste, que dura de dois a três meses. As primeiras variações de preço registram-se em junho ou julho, quando começam as reposições de estoques, já que o varejo costuma antecipar compras antes da entrada em vigor do reajuste. Além disso, indústria e varejo seguram os preços para enfrentar a concorrência. Hoje em dia, medicamentos com o mesmo princípio ativo e para a mesma classe terapêutica (enfermidade) são oferecidos por vários fabricantes e milhares de pontos de venda.   Fonte: Sindusfarma  


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