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icone de categorias Notícias icone de data de publicação 24 de maio de 2010.

Remédios genéricos são a bola da vez para a Hypermarcas

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Portal Exame

Fim de patentes atrai a maior empresa brasileira de bens de consumo para um dos mercados que mais crescem no país

Em apenas oito anos, a Hypermarcas saltou do anonimato para a liderança do mercado brasileiro de bens de consumo, deixando para trás a gigante anglo-holandesa Unilever. Algumas de suas 160 marcas têm hoje projeção nacional, como a lã de aço Assolan, os artigos de beleza da Monange e os temperos Etti. Agora, a companhia prepara-se para desafiar outro setor com rivais igualmente poderosos: o de medicamentos. A brecha encontrada por ela é aproveitar a safra de patentes que vão expirar nos próximos anos. "Teremos 90 lançamentos para este ano, sendo que 60 são genéricos", afirmou o presidente da Hypermarcas, Claudio Bergamo, em teleconferência com investidores na última semana.

Até 2012, 30 medicamentos perderão suas patentes no Brasil. Neste ano, por exemplo, vencerá um dos campeões de venda, o Viagra, para disfunção erétil. Em 2011, quem perde a patente é o Lipitor, que combate o colesterol. Ambos da americana Pfizer. Os esforços do laboratório para prorrogar, na Justiça, sua exclusividade são um sinal do precioso mercado em jogo. Só no primeiro trimestre, foram comercializados 93,8 milhões de medicamentos genéricos no Brasil – um crescimento de 76% sobre o mesmo período do ano passado. E altas vendas são importantes para os laboratórios, já que por lei os genéricos são 35% mais baratos. Entre os dez produtos mais receitados no país, oito são genéricos. "Apesar da crise, a indústria não sofreu tantos abalos, por se tratar de produtos de primeira necessidade", diz Marcello Albuquerque, diretor-geral da unidade brasileira da consultoria IMS Health.

Para conquistar uma fatia relevante deste mercado, a Hypermarcas deve atacar em duas frentes. A primeira são os investimentos próprios. Procurada, a empresa não comenta o assunto e informou, por meio de sua assessoria, que desde a aquisição do laboratório brasileiro Neo Química, em dezembro, prefere não detalhar seus planos para o setor. A empresa não dá detalhes dos projetos, mas confirma que construirá fábricas para complementar a única fábrica que a Neo Química possui em Anápolis (GO).


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