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icone de categorias Notícias icone de data de publicação 22 de junho de 2017.

Rio Drog’s realiza a segunda edição do Farma Trade

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A partir da esquerda, o diretor executivo da Rio Drog’s, Ricardo Scaroni; farmacêutica e consultora da Ascoferj Betânia Alhan; o diretor da Rio Drog’s, Bruno Freire; a subsecretária de Vigilância, Fiscalização Sanitária e Controle de Zoonoses (Subvisa), Márcia Rolim; o presidente da Ascoferj, Luis Carlos Marins; a gerente técnica de Saúde da Vigilância Sanitária, Simone Braga; a farmacêutica da Vigilância Sanitária, Willenes Souza; e o fiscal sanitário de farmácias de Macaé, Gilvan Sodré.

A distribuidora de produtos farmacêuticos e perfumaria Rio Drog’s realizou a segunda edição do Farma Trade, no dia 20 de junho, no Sheraton Barra, no Rio de Janeiro. Durante a abertura, o diretor executivo da Rio Drog’s, Ricardo Scaroni, destacou que o evento auxilia os profissionais na melhoria dos serviços prestados nas farmácias “Desenvolvemos o Farma Trade com o intuito de oferecer diversas palestras com direito a perguntas e respostas pelos participantes, levando conhecimento e informação para quem precisa”, disse.

A primeira palestra, “Mercado consumidor farma-brasileiro: desafios e oportunidades”, ministrada pelo consultor, empresário e Master Coach Profissional, Anderson Gross, apresentou uma visão macro do momento em que o país vive e destacou que o ano de mudanças aconteceu em 2014, quando se percebeu cortes e desemprego.

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Anderson Gross, consultor, empresário e Master Coach Profissional.

De acordo com Gross, hoje as dificuldades das farmácias são baseadas na concorrência acirrada, pois os estabelecimentos estão muito próximos uns dos outros, além da diminuição da margem de lucro, que se dá quando o empresário trabalha mais e ganha menos, e do aumento do custo para manter um negócio no varejo farmacêutico.

“Quem deseja competir em pé de igualdade precisa entender quem é o cliente para ter um estoque inteligente, desenvolver a possibilidade de fazer entregas em domicílio, pois quem faz está ganhando dinheiro, e selecionar mão de obra qualificada”, ressaltou o consultor.

No que se refere às tendências, ele sinalizou farmácias mais amplas, bem iluminadas, modernas e com público voltado para a terceira idade. Outro ponto destacado foi que os centros urbanos estão mais violentos e caros e a expansão das empresas está migrando para as áreas periféricas.

Em seguida, a gerente de Relacionamentos da Close-Up International, Joscimara Wamser, apresentou dados de mercado do Brasil e do Rio de Janeiro. “A grande fatia do mercado está concentrada no Rio, mas cresce menos devido aos escândalos políticos e econômicos que acontecem toda semana”.

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Joscimara Wamser, gerente de Relacionamentos da Close-Up International, e o presidente da Ascoferj, Luis Carlos Marins.

Joscimara frisou que, atualmente, o consumidor não deixou de comprar nas farmácias, mas ele passou a adquirir produtos com preços mais em conta. “O Rio de Janeiro é o segundo maior mercado do Brasil, mas, para aproveitar as oportunidades, é preciso entender os indicadores e transformá-los em chances reais de ganho”, garantiu.

O Farma Trade também contou com a apresentação do diretor de Similares e Genéricos da Delta, Fernando Marinheiro, que falou um pouco sobre a indústria, e do presidente da Febrafar, Edison Tamascia.

Segundo ele, o maior desafio para o empresário é ter a coragem de mudar e se adequar a essas transformações. “Para alcançar o sucesso, é necessário correr riscos. Você precisa oferecer ao cliente mais do que o concorrente está oferecendo, superando mais ainda as expectativas dele”, sugeriu.

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Edison Tamascia, presidente da Febrafar.

 

 

 

 

 

 

 

 

Painel discute adequação sanitária

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A partir da esquerda, o fiscal sanitário de farmácias de Macaé, Gilvan Sodré; o presidente da Ascoferj, Luis Carlos Marins; a subsecretária de Vigilância, Fiscalização Sanitária e Controle de Zoonoses (Subvisa), Márcia Rolim; a gerente técnica de Saúde da Vigilância Sanitária, Simone Braga; a farmacêutica da Vigilância Sanitária, Willenes Souza; e a farmacêutica e consultora da Ascoferj Betânia Alhan.

A Ascoferj marcou presença no evento, participando do painel “Importância da adequação sanitária para se manter estável no mercado”, mediado pela farmacêutica e consultora da entidade Betânia Alhan. A mesa foi composta pelo presidente da Ascoferj, Luis Carlos Marins; pela subsecretária de Vigilância, Fiscalização Sanitária e Controle de Zoonoses (Subvisa), Márcia Rolim; pela gerente técnica de Saúde da Vigilância Sanitária, Simone Braga; pela farmacêutica da Vigilância Sanitária, Willenes Souza; e pelo fiscal sanitário de farmácias de Macaé, Gilvan Sodré.

Marins relatou que o maior problema que as farmácias e drogarias enfrentam é a falta de padronização dos órgãos reguladores. “Cada cidade tem um padrão a ser seguido e uma fiscalização com postura e trabalho distintos. Essas questões tornam as empresas mais vulneráveis e prejudica os proprietários”, declarou.

A subsecertária da Subvisa, Márcia Rolim, afirmou que o próximo passo da Vigilância Sanitária é harmonizar e padronizar as ações realizadas pela fiscalização. “Vamos desenvolver um passo a passo de como deve ser o trabalho do fiscal durante uma inspeção. Tudo será monitorado e com auditorias”, adiantou Márcia.

Ela explicou que a nova gestão tem como alicerce um trabalho calcado na transparência e, por isso, é essencial o trabalho conjunto com o setor regulado e com a população. Ela sinalizou ainda que as atividades do órgão estão priorizando uma relação de parceria com os empresários. “Não estamos aqui para impedir nenhuma atividade econômica, mas para apoiar e facilitar o trabalho de todos”, falou.

O fiscal sanitário de farmácias de Macaé, Gilvan Sodré, aproveitou o momento para falar sobre a situação do município. “Hoje, temos cerca de 75% dos estabelecimentos licenciados. Também existe um programa de devolução dos medicamentos vencidos, com coleta e descarte adequados”, contou.

A farmacêutica da Vigilância Sanitária, Willenes Souza, citou os dois principais problemas que a Visa encontra nas farmácias. “São a ausência do farmacêutico responsável técnico durante todo o horário de funcionamento, o que faz atrasar a emissão da licença sanitária, e a climatização inadequada da loja”.

No fim do painel, o diretor da Rio Drog’s, Bruno Freire, agradeceu a presença de todos e comemorou o evento. “O nosso sucesso depende dos resultados alcançados pelos profissionais do varejo farmacêutico, porque cada um de nós é um pedacinho desse mercado. O nosso intuito com o Frama Trade é levar informação para que todos possam se fortalecer em seus negócios”, concluiu.

Comunicação Ascoferj

 



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