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icone de categorias Notícias icone de data de publicação 18 de setembro de 2020.

Roche lança projeto que encontra doadores com tipos sanguíneos que estão em falta

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Doação de sangue Foto: shutterstock

A farmacêutica Roche está usando a ciência de dados e a tecnologia para conectar potenciais doadores aos hemocentros em diversas cidades do Brasil. O propósito é incentivar a doação de sangue – que já é baixa no período de inverno – durante a pandemia da Covid-19, que gerou uma queda de 50% na procura em diversas regiões. A iniciativa tem o apoio da SaveLivez, startup da Eretz.bio, ecossistema de inovação e empreendedorismo do hospital Albert Einstein.

Para isso, a plataforma Salvo Vidas utiliza o cruzamento de dados e recursos de inteligência artificial para unir quem deseja doar com o local que precisa de doadores, evitando o desperdício ou a escassez nos bancos de sangue.

Como funciona o projeto

A plataforma rastreia e monitora as condições de estoque de 72 bancos de sangue espalhados por 69 cidades em 13 estados do Brasil e mapeia os grupos específicos que precisam de reposição. Após os doadores se cadastrarem voluntariamente no site, é feita uma triagem para verificar se estão aptos a doar e, caso estejam, são direcionados aos locais mais próximos de suas residências por meio de agendamento.

Além de esclarecer dúvidas sobre o procedimento e verificar se o internauta se enquadra nos requisitos necessários para realizar o procedimento, durante a triagem, a assistente virtual – Livia.bot – também auxilia na identificação de possíveis sintomas de Covid-19.

Motivação da Roche

Claudia Echeverria, gerente de Patient Advocacy da Roche, fala sobre a ação: “A baixa adesão de doadores de sangue é um problema anterior à pandemia da Covid-19, mas que ganha contornos ainda mais críticos no contexto do isolamento social. Estimular o hábito de doar sangue é importante para equilibrar as reservas dos diversos bancos de sangue das cidades brasileiras e, por isso, a Roche apoia esta iniciativa. Trata-se de um procedimento seguro, rápido e que, além de ser praticamente indolor, não causa efeitos colaterais a quem doa”.

Veja também: Libbs lança medicamento para osteoporose com apenas uma aplicação anual

Fonte: Revista da Farmácia


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