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icone de categorias Notícias icone de data de publicação 30 de maio de 2014.

Sindusfarma quer mudanças em leis que tratam do destino de medicamentos vencidos

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O Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo (Sindusfarma) propôs nesta quarta-feira, 28, em evento promovido pelo Estado e pela Fecomércio sobre resíduos sólidos, modificações nos preceitos da lei que tratam da destinação correta para medicamentos vencidos ou não usados mais. Lauro Moretto, vice-presidente executivo do Sindusfarma, sugeriu que haja diferenciação entre os diversos tipos de medicamento e o destino que deve ser dado a eles. Em proposta enviada ao Ministério do Meio Ambiente de acordo setorial, Moretto disse que foi sugerido que se considere seis grupos de substâncias classificadas como mais perigosas ao ambiente e à saúde da população para que recebam uma logística pontual. "Para elas (substâncias) teríamos a verdadeira logística. Os outros remédios poderiam ter um tratamento mais simples. Por exemplo, é necessário retornar comprimidos de vitamina C, como se fosse risco para as pessoas? Uma laranja ou limão que cai no chão vai contaminar o ambiente ou por em risco as pessoas ou os animais?", indagou Moretto. O vice-presidente do Sindusfarma também colocou nessa situação os produtos contendo extratos de plantas medicinais. "Se fossem perigosos, a Amazônia estaria perdida. Eles são biodegradáveis, sofrem decomposição natural", explicou. Do outro lado, Moretto afirma que, para o que for perigoso, haveria pontos de coleta e depois o material seguiria para uma rota de destruição. "Não tem outro fim se não incineração." Ele questionou também o plano de deixar nas farmácias caixinhas para a coleta de remédios. Moretto contou que um plano piloto mostrou que o retorno foi pequeno e que muita gente acabou usando a caixa como lixeira. "Talvez fosse melhor fazer campanhas de grandes coletas de tempos em tempos. O volume do que está em domicílio e que não tem como recuperar – é pequeno. Poderíamos fazer modelos de campanha como nos Estados Unidos, onde a cada dois anos há campanha para coleta.   Fonte: Portal O Estado de S.Paulo


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