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icone de categorias Notícias icone de data de publicação 13 de junho de 2011.

Teuto aguarda aprovação para vender 15 medicamentos da Pfizer

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Valor Econômico

Depois da agitação gerada no mercado farmacêutico pelo acordo firmado entre o laboratório Teuto e a gigante americana Pfizer no fim do ano passado, a empresa brasileira ainda espera para colher seus frutos. O Teuto tem hoje 15 produtos da multinacional submetidos à avaliação da
Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No fim do ano passado, 40% das ações do Teuto foram compradas pela multinacional. O acordo estava dentro da estratégia da americana de atuar no mercado de genéricos no país.

As sinergias existentes entre as duas operações no Brasil ainda não surtiram resultados, mas as companhias estão discutindo os detalhes de como melhor aproveitá-las. "São muitas as oportunidades que se desenham", afirmou o presidente do laboratório Teuto, Marcelo Henriques Leite. Segundo ele, os primeiros efeitos da parceria com a americana deverão ser verificados apenas no fim do segundo semestre, provavelmente nos resultados referentes ao ano completo de 2011.

"Hoje, não temos nenhum resultado do acordo em nosso faturamento. Estamos indo mais rápido do que prevíamos, mas dependemos muito da aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uma série de determinações", completa.

Dentre as sinergias a serem aproveitadas pelo laboratório brasileiro, está a possibilidade de lançar os principais produtos da Pfizer na forma de genéricos, inicialmente com a marca Teuto ou Teuto/White – a marca White é utilizada pela Pfizer nos genéricos de marca. Leite pretende lançar, deste modo, 40 produtos. Da mesma forma, a americana pode colocar sua marca nos genéricos do Teuto.

Outra sinergia interessante vem da complementaridade da atuação das duas empresas nos pontos de venda. Enquanto a Pfizer atua nas grandes farmácias, o Teuto se foca nas pequenas. "Agora os nossos produtos vão para as grandes também", explica Leite. Além disso, o modelo comercial da americana inclui a atuação junto aos médicos, público não atingido pelo laboratório brasileiro.

Enquanto trabalha na parceria, o laboratório brasileiro segue com seus investimentos já programados.Na última quinta-feira (9/06) a empresa iniciou a produção em sua nova fábrica no complexo industrial de Anápolis, em Goiás. A unidade – onde foram aplicados R$ 20 milhões – mais que triplicará a produção de antibióticos voltados para o consumo hospitalar da companhia.

Leite afirma que esse e os demais novos investimentos da companhia, no entanto, virão somente de sua própria geração de caixa. Isso porque todos os recursos provenientes da aquisição pela Pfizer foram para as mãos do acionista do Teuto.

A cerca de 40 quilômetros de Goiânia, no meio do cerrado, o amplo complexo do laboratório abriga, além da nova fábrica, duas unidades que produzem medicamentos sólidos e pomadas, além de líquidos e injetáveis. O espaço tem ainda mais duas unidades construídas, mas vazias. Os prédios estão esperando uma definição da empresa sobre os novos produtos que vão complementar seu portfólio.

Com faturamento de R$ 324 milhões no ano passado – alta de 15% frente a 2009 – o Teuto tem seus resultados divididos igualmente entre os genéricos para farmácias, genéricos de marca para farmácias e genéricos para hospitais. A ideia agora era entrar no mercado hormonal e de oncologia, entretanto, com a parceria com a multinacional americana, já estão sendo avaliadas novas oportunidades.

O Teuto pode, por exemplo, aproveitar as duas fábricas vazias para entrar no segmento de biológicos, produzir outros tipos de antibióticos ou utilizar os canais de exportação da multinacional americana para criar linhas específicas para vendas no exterior. "Mas a oncologia e os hormônios são prováveis focos", afirmou Leite.

Com capacidade de produção total de 45 milhões de caixas de medicamentos por mês, o laboratório obteve avanço de 50% no faturamento nos quatro primeiros meses do ano, frente ao mesmo período do ano passado. Desse modo, suas projeções de crescimento para 2011, que antes apontavam para 30%, agora superam os 40%.


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