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icone de categorias Notícias icone de data de publicação 18 de janeiro de 2012.

Vendas do comércio varejista crescem 1,3% em novembro, na relação mensal

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Fecomércio RJ

O volume de vendas medido pela Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE registrou alta de 1,3% em novembro, frente ao mês anterior. Para a Fecomércio-RJ, o resultado veio em linha com o cenário previsto pela entidade e deverá confirmar a estimativa de um crescimento em 2011 entre 6,5% e 7%.

Na comparação interanual, o aumento foi de 6,8%. De janeiro a novembro, o crescimento apurado foi de 6,7%, e nos 12 meses anteriores, de 7,0%.

A Fecomércio-RJ explica que, em novembro, o grupo Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo voltou a exercer a principal influência para a alta do índice fechado, favorecido pelo crescimento do rendimento médio e pela baixa taxa de desemprego , a despeito do avanço observado nos preços dos alimentos neste mesmo mês. O adiamento da alta do IPI sobre carros importados para dezembro teve forte influência sobre o resultado do grupo Veículos e motos, partes de peças, pois contribuiu para que houvesse antecipação das compras no mês de novembro. Além do crescimento da massa salarial, a continuidade da expansão das concessões de crédito em nível razoável e a perspectiva de um ingresso forte de recursos provenientes do 13º salário sustentaram as forte altas dos grupos Móveis e eletrodomésticos e Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação na comparação interanual – 12,3% e 28,8%, respectivamente.

A Fecomércio-RJ prevê também que a expansão das vendas do comércio varejista no estado do Rio de Janeiro deverá ficar em torno da estimativa da entidade que é de 7,5%, com um desempenho ainda melhor do que a média nacional.

No Rio de Janeiro, as vendas do comércio varejista cresceram 6,0%, frente a outubro. DE janeiro a novembro, a alta foi de 7,3% e em 12 meses, de 7,8%. Os destaques foram equipamento e material de escritório, informática e comunicação (15,2%), móveis e eletrodomésticos (12,6%), e livros, jornais, revistas e papelaria (11,0%).


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