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icone de categorias Notícias icone de data de publicação 14 de março de 2017.

Vendas no varejo devem ter retomada somente em dezembro, diz PROVAR

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Em relatório, no início de fevereiro, o Banco Central divulgou uma previsão de baixa na taxa básica de juros, Selic, de 9,75% para 9,50% ao ano até o fim de 2017. Para a inflação, a previsão é que haja também uma redução significativa nos próximos meses, encerrando o ano abaixo de 10%. As quedas, porém, ainda não podem ser sentidas pelo consumidor. De acordo com especialistas, a mudança só poderá ser efetivamente percebida entre setembro e outubro deste ano. Por este motivo, as vendas no varejo devem ser retomadas somente a partir de dezembro, ainda com uma pequena melhora no cenário.

“A queda da inflação facilita a recuperação da renda real, o que estimula, por si só, o consumo. Isso especialmente porque notamos uma redução expressiva dos preços em setores de importância, como o de alimentos. Isso beneficia pessoas com menor poder aquisitivo. O ano de 2017 será mais positivo do que 2016 para o varejo brasileiro. No entanto, será uma pequena melhora, ou seja, uma evolução lenta e gradativa, afirma Claudio Felisoni de Angelo, presidente do conselho do PROVAR – Programa de Administração de Varejo da FIA.

Desde 2015, o varejo brasileiro tem sentido fortes impactos com a diminuição do consumo em diversos setores, sendo os mais atingidos os de bens duráveis – por dependerem de altos juros e concessão de crédito. Os menos atingidos, porém, foram os associados a farmácias, drogarias e cuidados pessoais. Com a baixa dos juros e inflação a perspectiva para 2018 o de cenário é mais positivo com consumidores mais confiantes.

“O problema maior é que nos acostumamos a uma situação irreal, ou seja, um crescimento do consumo anabolizado. As condições presentes denotam que antes de melhorar, a situação ainda deve piorar um pouco. O desemprego continuará crescendo, porém mais lentamente afirma o Presidente do Conselho do PROVAR. “A recuperação da economia e, por consequência, do varejo, virá gradativamente e por meio da retomada dos investimentos. A expansão do consumo mais significativa, virá posteriormente. Porém, isto leva tempo”, finaliza Felisoni.

Fonte: Assessoria de Imprensa/Provar



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