5 práticas sustentáveis para as farmácias adotarem

InterPlayers dá dicas de sustentabilidade para farmácias pequenas
Foto: iStock

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Com os problemas cada vez mais graves do meio ambiente, falar e praticar a sustentabilidade é essencial para as farmácias e drogarias. As grandes redes e indústrias farmacêuticas conseguem instalar placas fotovoltaicas e criar sistemas de tratamento de esgoto, mas como as farmácias independentes podem ajudar?

Oscar Teixeira Basto Junior, diretor de Varejo da InterPlayers, explica que é possível que os pequenos empreendimentos adotem práticas sustentáveis que não exigem grandes montantes. Para isso, ele dá cinco dicas de ações que contribuem para o meio ambiente e não pesam no bolso.

1 – Energia

Usar a energia elétrica de forma racional pode mitigar os impactos gerados. É possível trocar lâmpadas antigas pelas de LED, mais econômicas. Outra possibilidade é escolher equipamentos, como geladeira, com maior eficiência energética.

“Se sua farmácia entrega em domicílio, você pode substituir o carro ou a moto por uma bicicleta, ou por algum veículo elétrico para reduzir a emissão de fumaça no ar. No fim do mês, verá que economizou com combustível e na conta de luz”, diz Oscar.

2 – Uso de papel

A redução do uso de papel, além de diminuir gastos, ajuda na preservação de florestas. É possível deixar de imprimir relatórios em papel para visualizá-los na tela do computador e perguntar ao cliente se ele prefere o comprovante eletrônico.

3 – Descarte de medicamentos

Hoje em dia existem diversos programas de descarte de medicamentos, por meio de convênios com indústrias e distribuidores, que instalam urnas no ponto de venda para que os consumidores possam descartar medicamentos.

“Uma grande vantagem é que essa prática direciona o tráfego de clientes para a drogaria. Além do ganho de imagem, há esse direcionamento que pode resultar em mais vendas”, afirma o executivo.

4 – Papelão ondulado

Quando a farmácia faz uma compra, os produtos chegam embalados em caixas de papelão. Existem duas formas de enviar essas caixas para reciclagem: entrando em contato com alguma cooperativa de catadores – auxiliando, além do meio ambiente, na geração de renda para esses trabalhadores – ou então vender por conta própria o resíduo acumulado. Há empresas que pagam uma determinada quantia pelo quilo de papelão.

5 – Sacolas plásticas

Sacolas plásticas são recicláveis, mas, se descartadas erroneamente, demoram mais de 100 anos para se decomporem. Uma forma de evitar isso é substituir as sacolas plásticas pelas de papel, que se decompõem muito mais rápido, gerando menos impacto na natureza.

“Ser sustentável não é difícil e não custa caro. Depende da consciência de cada um e de iniciativa. Não é porque sua farmácia é pequena que ela não pode colaborar com o meio ambiente. Na prática, quando muitas pequenas e médias empresas fazem o que parece pouco, isto pode se tornar maior do que aquilo que é feito somente pelas grandes corporações”, finaliza Oscar.

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Fonte: Revista da Farmácia

Foto de Ascoferj
Ascoferj
A Associação do Comércio Farmacêutico do Estado do Rio de Janeiro (Ascoferj) é uma entidade sem fins lucrativos que atua para defender e preservar os interesses do varejo farmacêutico. No quadro de associados, há farmácias e drogarias independentes, redes de pequeno, médio e grande porte, empresas ligadas ao associativismo e distribuidores de medicamentos e perfumaria. Os associados têm uma série de benefícios e serviços, como assessoria jurídica, cursos de capacitação, consultoria em assuntos regulatórios, descontos e vantagens com parceiros, entre outros. Além disso, a tranquilidade de saber que não se está sozinho, que há com quem contar, principalmente nos momentos de crise. A Ascoferj também atua fortemente junto ao poder público, estreitando relações com o Governo do Estado, prefeituras, deputados, vereadores, secretarias públicas e órgãos reguladores.
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