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icone de categorias Notícias icone de data de publicação 10 de abril de 2014.

Deputado e cientista político se reúnem com diretores da Ascoferj

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""  A partir da esquerda: Flavia Santos, da Drogasmil; Nilza Pinho, da Tamoio; Fernanda Ramos, diretora da Ascoferj; Ricardo Mariath, cientista político; Luis Carlos Marins, presidente da Ascoferj; Rodrigo Bethlem, deputado federal; Josué Firmino, da FarmaHall; e Luiz Carlos, do Núcleo da Região Serrana   O presidente da Ascoferj, Luis Carlos Marins, e demais diretores da entidade se reuniram, segunda (08/04), com o deputado federal Rodrigo Bethlem e o cientista político Ricardo Mariath para discutir a votação do Projeto de Lei nº 4385/1994, do deputado Ivan Valente, que dá nova redação ao artigo 15 da Lei nº 5.991. Previsto para ser votado no início dessa semana, o projeto não entrou em pauta. Na próxima semana, entidades do setor vão se reunir em Brasília para voltar a discutir os impactos negativos da proposta para o varejo farmacêutico. O substitutivo de Ivan Valente propõe que a farmácia deixe de ser um estabelecimento comercial e passe a ser um estabelecimento de saúde, vinculado ao SUS e cuja abertura estaria condicionada a uma concessão pública. Além disso, para a instalação de novas farmácias, seria exigido o atendimento a critérios demográficos, epidemiológicos e geográficos, estabelecidos pelos Conselhos Municipais de Saúde, o que impediria o empresário de analisar se é economicamente viável para ele a abertura de uma farmácia em determinado local ou região. O presidente da Ascoferj frisou a necessidade de uma mobilização geral do setor, para que as medidas não sejam aprovadas pela maioria na Câmara dos Deputados. “A proposta do deputado Ivan Valente é arcaica e não condiz com o contexto atual em que vivemos. Não é possível que a abertura de farmácias e drogarias fique condicionada a uma concessão pública. Precisamos de outro modelo, mais moderno e de acordo com a realidade brasileira. Este é o momento de reunirmos entidades, gestores e governo para discutir novas propostas, mais condizentes com o perfil brasileiro”, defendeu Marins. Bethlem se comprometeu a conversar com alguns deputados federais sobre os aspectos negativos da proposta de Ivan Valente. “Se existe essa necessidade, vamos buscar soluções para que, juntos, possamos lutar pelas propostas do varejo farmacêutico. É preciso também montar um grupo de trabalho que possa elencar as demandas e nos informar sobre o que é positivo ou não para a categoria”, falou. O cientista político Ricardo Mariath também se dispôs a ajudar no que for preciso. “A ideia é que, a partir desse encontro, possamos reunir um grupo de pessoas que estejam em busca de melhorias para a categoria. Identificando as necessidades, será possível buscar soluções para os problemas. Estamos aqui para trabalhar em conjunto e, por mim, o compromisso já está firmado.” Ao final da reunião, Bethlem informou que marcará um encontro da Ascoferj com a Prefeitura e o Governo do Estado para que ela relate o momento atual em que está inserido o varejo farmacêutico.   Fonte: Comunicação


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