Franquias de farmácias: vale a pena aderir a uma?

Conheça o mercado atual de franquias de farmácias no país.
Lucas Procópio fala sobre o mercado de franquias no Brasil
Foto: Humberto Teski

O É De Farmácia do dia 20 de agosto recebeu a presença do gerente de Negócios das Drogarias Max, Lucas Procópio, para falar sobre o mercado de franquias de farmácias no Brasil atualmente e quais são as expectativas para o futuro.

Momento atual

Atualmente, o mercado de franquias acompanha a média de crescimento do setor. “Com o cenário de inflação abaixo da média estabelecida nacionalmente e o PIB com tendência de queda, acreditamos que segmentos de franquia em diversos setores ainda tem muito a crescer”, comenta Procópio.

A Associação Brasileira de Franchising (ABF) faz o controle de quantas redes existem atualmente no País – 44 redes registradas –, mas nem todas informam dados atualizados, o que impossibilita contabilizar o número correto.

Farmácias independentes devem migrar para franquias?

O gerente de Negócios argumenta que ser uma farmácia independente não é mais uma opção, mas uma necessidade. “Cada vez mais a concentração de vendas no mercado independente, segundo fontes como IQVIA e Close-up, vem diminuindo em valor. Enquanto isso, o mercado de franquia e associativismo apresenta crescimento”, comenta.

Essa expansão se deve ao fato de as redes terem se especializado e se profissionalizado, principalmente com o uso de novas tecnologias. “Um empresário médio que tenha uma loja com faturamento alto tem um custo operacional elevado também, que a franquia pode assumir por fazer em grande escala”, explica Procópio.

Por exemplo, os custos com ações nos pontos de venda, marketing em redes sociais, departamento jurídico e contabilidade passariam a ser da rede franqueada. “A franquia já tem um pacote de serviços muito extenso, o que favorece o franqueado, liberando-o para cuidar de outros aspectos do negócio”, analisa o especialista.

Passo a passo para se franquear

Existem duas formas para iniciar o processo: a primeira é abrir uma loja que ainda não existe; a segunda, reformar uma que já está no mercado. Antes de tudo, para o primeiro modelo, o empresário deve ter a certeza de que se identifica com a franquia, com a marca e os valores propostos. “Depois dessa avaliação, em conjunto com a franquia, precisa entender a capacidade financeira, o tamanho do negócio, em que nível a franquia vai conseguir dar suporte”, explica Lucas Procópio.

Para o segundo modelo, também é necessário se identificar com a franquia, mas se deve pensar em custos de layoutização. “O empresário vai precisar se identificar com a rede escolhida, seja no letreiro, seja no uniforme, ou mesmo em outros pontos”, continua o gerente.

O custo para realizar essas mudanças varia de acordo com o tamanho e o investimento de cada farmácia, mas a franqueadora sempre apresenta um projeto mostrando o retorno financeiro. “Os esforços valem a pena por conta de melhores condições comerciais, maior expectativa de venda e mais clientes na loja”.

Assista ao programa completo no canal da Ascoferj no Youtube.

Veja também: Como vender mais produtos de beleza na farmácia? 

Fonte: Revista da Farmácia

Foto de Ascoferj
Ascoferj
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