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icone de categorias Notícias icone de data de publicação 15 de agosto de 2017.

Genéricos lideram crescimento de vendas de medicamentos para principais doenças crônicas no primeiro semestre

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A crise econômica do País aliada à diminuição do poder de compra da população, acelerou as vendas dos medicamentos genéricos para doenças crônicas no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período do ano anterior. Levantamento realizado pela PróGenéricos (Associação das Indústrias de Medicamentos Genéricos), com base nos dados do IMS Health – instituto que audita o varejo farmacêutico no Brasil e no mundo, mostra os genéricos foram o segmento que mais cresceu nas classes de medicamentos para tratamento de hipertensão, colesterol alto e diabetes.

De acordo com o estudo, o maior avanço dos genéricos se deu entre os medicamentos para colesterol alto. As vendas de genéricos para o tratamento da doença, em unidades, registraram expansão de 35,92% no primeiro semestre do ano no comparativo com o mesmo período do ano anterior. No mesmo intervalo, os similares para a mesma classe de medicamentos apresentaram retração de 15,74%, enquanto os medicamentos de referência encolheram 13,80%, no mesmo período. A participação dos genéricos no mercado total para essa classe terapêutica subiu 11,82 pontos percentuais, fechando o primeiro semestre do ano com 56,37% frente aos 44,55% do ano anterior.

Os medicamentos para hipertensão também assistiram ao avanço dos genéricos no primeiro semestre: 16,63% de crescimento entre janeiro e junho na comparação com o mesmo intervalo do ano anterior. Os similares para esta classe de medicamentos tiveram crescimento de 0,95% e o referência 0,98% no mesmo período.  Com isso, os genéricos ganharam 3,20 pontos percentuais de market share nesta que é uma das principais classes de medicamentos crônicos do mercado brasileiro, subindo de 66,20%, no primeiro semestre de 2016, para 69,41 nos primeiros seis meses deste ano.

Os genéricos também lideraram a expansão na categoria de medicamentos para tratamento de diabetes. As vendas em unidades dos genéricos para esta classe de medicamentos cresceu 19,19% no primeiro semestre deste ano contra igual intervalo de 2016. Os similares no mesmo período encolheram 5,04% enquanto os medicamentos de referência cresceram 17,18%. O market share dos genéricos avançou 2,03% neste intervalo.

 

Série longa

O crescimento dos genéricos para doenças crônicas também pode ser verificado na série mais longa de vendas. O estudo da Pró Genéricos mostra que no comparativo do primeiro semestre dos últimos três anos (2015, 2016, 2017), os genéricos  experimentaram crescimento ainda mais expressivo sobre os similares e medicamentos de referência.

No caso dos antilipêmicos por exemplo, os genéricos cresceram 60,78% no acumulado dos três primeiros de 2015 a 2017 contra retração de 7,78% dos similares e de encolhimento de 18,94% dos medicamentos de referência. O salto de market share dos genéricos neste período foi de 14,29 pontos percentuais: de 42,08% para 56,37%.

No caso dos anti-hipertensivos, os genéricos cresceram 36,08% no acumulado da série histórica de primeiro semestre entre 2015 a 2017. Já os similares e os medicamentos de marca cresceram apenas 2,22% e o referência 0,98% no mesmo período, respectivamente. Neste caso, os genéricos avançaram 6,5 pontos percentuais em participação de mercado, saltando de 62,91% no primeiro semestre de 2015 para 69,41% no primeiro semestre deste ano.

Nos medicamentos para diabetes, o fenômeno se repete. No acumulado dos primeiros seis meses entre 2015 e 2017, os genéricos cresceram 40,24%, contra expansão de 5,20% dos similares e 28,67% dos medicamentos de referência. Nesta classe, os genéricos ganharam 3,58 pontos de participação em vendas: de 36,66%, em 2015, de share para 40,24% de participação no primeiro semestre deste ano.

Acesso

“Os medicamentos genéricos, que combinam preço menor, qualidade e eficácia, vêm desempenhando seu papel social, permitindo que os brasileiros continuem se medicando mesmo nos momentos de crise econômica”, diz Telma Salles Presidente da PróGenéricos.

Com preços em média 60% menores que os medicamentos de referência (35% por lei), os genéricos já proporcionaram uma economia de aproximadamente R$ 90 bilhões aos brasileiros em gastos com medicamentos desde que chegaram ao mercado há 18 anos, em 1999.

Fonte: Assessoria de Imprensa/PróGenéricos



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