Modelo baiano de logística reversa é apresentado ao GT/RJ

No dia 19 de junho, foi realizado mais um encontro com os integrantes do GT do Estado do Rio de Janeiro, na sede da Ascoferj, para tratar da logística reversa de medicamentos. Estiveram presentes membros da Ascoferj, Afaerj, Anfarmag-RJ, Eco4Life, Brasil Health Service (BHS), Uerj e Sincofarma-RJ. O presidente da Ascoferj, Luis Carlos Marins, iniciou agradecendo a presença de todos e explicou em que fase está o projeto e as dificuldades que o grupo vem enfrentando no que diz respeito à participação da indústria. Durante a reunião, houve a apresentação do modelo de descarte de resíduos de medicamentos implantado no Estado da Bahia: o Programa Descarte Consciente. José Francisco Agostini Roxo, diretor geral da Brasil Health Service (BHS), detalhou o modelo que está sendo utilizado pelos baianos. A BHS atuou como consultora na elaboração do projeto. Na Bahia, o GT que se dedicou ao desenvolvimento de um modelo de descarte de resíduos de medicamentos foi instituído pela 3ª Promotoria do Ministério Público do Meio Ambiente. O grupo realiza estudos de viabilidade técnica e econômica, além de avaliar os impactos sociais para a implantação da logística reversa no Estado. O trabalho de coleta conta com a participação voluntária do varejo, indústria e atacado. O órgão fiscalizador é o próprio Ministério Público. O diretor geral da BHS explicou que o sistema oferece alta praticidade para toda a cadeia do setor e está presente em 12 estados. “Até o momento, a nível nacional, já foram coletadas 44 toneladas de resíduos”, contabilizou. Agostini Roxo contou ainda como funciona o descarte na prática: os consumidores levam seus resíduos até o ponto de coleta, registram os medicamentos por meio do código de barras e descartam os produtos separados de suas embalagens e bulas. “Para o desenvolvimento deste modelo, pensamos em todos os aspectos relacionados ao correto descarte de resíduos de medicamentos domiciliares. Sabemos que são inúmeros os impactos para o meio ambiente quando o descarte é realizado no lixo comum”, comentou durante sua apresentação. De acordo com a responsável pelos assuntos regulatórios do GT do Rio, Rejane Paula de Moraes, o grupo está esperançoso quanto à implantação da logística reversa no Estado. “Após passarmos por inúmeros obstáculos devido à recusa da indústria farmacêutica em se posicionar, estamos retomando os trabalhos com a orientação da empresa BHS, que participou do GT da Bahia”, disse Rejane. Ao final, outra reunião foi marcada para julho. O GT/RJ espera que a indústria participe e colabore com o andamento do projeto.  

""GT do Rio assiste ao modelo de descarte que está sendo utilizado pelos baianos

Fonte: Imprensa Ascoferj

 

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