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icone de categorias Notícias icone de data de publicação 9 de maio de 2013.

Projeto investe na farmoquímica brasileira

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Nesta terça-feira (06/05), no Complexo Tecnológico de Medicamentos (CTM) do Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos), no Rio de Janeiro, foi realizada a assinatura do Termo de Compromisso com vistas à implantação do Centro de Referência Nacional em Síntese de Fármacos, o FioFarmo. Essa iniciativa é mais uma parceria entre o Ministério da Saúde e a Fundação Oswlado Cruz (Fiocruz) visando a soberania tecnológica na área da farmoquímica. Para o secretário de Inovação, Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde, Carlos Gadelha, a cerimônia marca “o renascimento da farmoquímica no Brasil”. Na apresentação do projeto, a chefe do Laboratório de Síntese Química de Farmanguinhos, Núbia Boechat, fez uma breve abordagem sobre a história da indústria farmoquímica no Brasil, setor que, segundo ela, apresenta, atualmente, um déficit na cadeia produtiva da saúde (cerca de U$ 12 bilhões de dólares). O Ministério da Saúde, através da portaria 1.284/10, tem uma lista de 87 medicamentos considerados estratégicos à saúde da população. Entretanto, dos fabricantes de insumos farmacêuticos, observou, apenas 2% são produzidos por laboratórios oficiais, 2% por laboratórios privados e 96% são importados, disse Núbia. Para a construção do FioFarma, serão investidos R$ 33 milhões. Deste total, R$ 15 milhões serão destinados a equipamentos, R$ 10 milhões para a obra civil; R$ 5 milhões para consumos e R$ 3 milhões para o pagamento de serviços de terceiros. O terreno onde será localizado o Centro de Referência terá um total de 10 mil metros quadrados, dois mil metros dos quais serão ocupados pelo prédio de dois andares, incluindo a Estação de Tratamento de Efluentes (ETE). O projeto já teve algumas etapas finalizadas, como a definição do cronograma de atividades e do grupo de fármacos do 1º portfólio. Neste momento, os profissionais estão em busca dos fornecedores dos insumos e da definição das rotas sintéticas.   Fonte: Fiocruz


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