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icone de categorias Notícias icone de data de publicação 22 de setembro de 2020.

Takeda encomenda pesquisa sobre a relação dos brasileiros com dor de cabeça

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Dor de cabeça Foto: freepik

A biofarmacêutica Takeda encomendou uma pesquisa ao Ibope para entender quais são as causas da dor de cabeça (cefaleia). Intitulada “A relação dos brasileiros com a dor de cabeça”, a pesquisa mostra que o uso excessivo da tecnologia pode ser um fator estressante que desencadeia o surgimento e a frequência da dor de cabeça, mesmo que a população não saiba disso.

Resultado da pesquisa

Todos os entrevistados afirmaram usar o celular ao menos duas horas por dia, sendo que as mulheres e os jovens são os que mais gastam tempo utilizando o aparelho – 27% delas afirmaram utilizar por oito ou mais horas, enquanto 26% dos jovens entre 18 e 35 anos disseram fazer o mesmo. Do lado contrário, 27% dos homens e 29% das pessoas entre 35 e 55 anos disseram passar de 2 a 3 horas.

Cerca de 51% dos respondentes afirmaram não relacionar o uso excessivo do celular com as dores de cabeça. Para eles, diminuir o uso do aparelho não diminuiria a quantidade de vezes em que se tem dor de cabeça. A pesquisa mostra ainda que os principais fatores desencadeantes da cefaleia são o estresse (59%), privação de sono (52%) e problemas pessoais (32%).

Excesso de tecnologia x dor de cabeça

Evelyn Esteves Dias, neurologista membro da Academia Brasileira de Neurologia e da Sociedade Brasileira de Cefaleia (SBC), explicou que o uso excessivo de qualquer aparelho eletrônico pode contribuir para a dor de cabeça.

“Perante a realidade em que estamos vivendo, é natural o aumento do tempo de uso dos aparelhos eletrônicos. Sabendo que pode ser um fator desencadeante de dor de cabeça, é importante estabelecer uma rotina com intervalos de 15 minutos a cada uma hora, realizar alongamentos e prestar atenção em sua ergonomia, isto é, posição anatômica durante o uso. Identificar os fatores desencadeantes da dor de cabeça é imprescindível para que sejam tratados corretamente e não evoluam para uma cefaleia crônica e persistente”, revela a médica.

Veja também: Takeda é reconhecida por práticas com talentos acima dos 50 anos

Fonte: Revista da Farmácia


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