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icone de categorias Notícias icone de data de publicação 19 de outubro de 2018.

Outubro Rosa: o que podemos fazer na farmácia?

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Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), a estimativa de novos casos de câncer de mama, em 2018, é de 59.700. Esse é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres, no Brasil e no mundo, depois do câncer de pele não melanoma, respondendo por cerca de 28% dos casos novos a cada ano. Sua incidência é bem maior após os 50 anos de idade.

Existem vários tipos de câncer de mama. Alguns evoluem de forma rápida, outros, não. A maioria dos casos tem bom prognóstico. Se diagnosticado em fases iniciais, aumentam as chances de tratamento e cura.

Todas as mulheres, independentemente da idade, podem conhecer seu corpo para saber o que é e o que não é normal em suas mamas. A maior parte dos cânceres de mama é descoberta pelas próprias mulheres.

De acordo com o INCA, além de estarem atentas ao próprio corpo, também é recomendado que mulheres de 50 a 69 anos façam uma mamografia de rastreamento (quando não há sinais nem sintomas) a cada dois anos. Esse exame pode ajudar a identificar o câncer antes do surgimento dos sintomas.

Mamografia é uma radiografia das mamas feita por um equipamento de raios X chamado mamógrafo, capaz de identificar alterações suspeitas.

Outubro Rosa

O movimento conhecido como Outubro Rosa nasceu na década de 1990 para estimular a participação da população no controle do câncer de mama. A data é celebrada anualmente com o objetivo de compartilhar informações sobre a doença, promover a conscientização das pessoas, proporcionar maior acesso aos serviços de diagnóstico e tratamento e contribuir para a redução da mortalidade.

O INCA participa do movimento desde 2010, promovendo eventos técnicos, debates e apresentações sobre o tema, assim como produz materiais e outros recursos educativos para disseminar informações sobre prevenção e detecção precoce da doença.

Na farmácia

Aproveite o Outubro Rosa para fazer campanhas de conscientização na sua farmácia, orientando clientes mulheres sobre a importância do toque, da consulta anual e do controle periódico.

A farmácia pode produzir e distribuir panfletos com informações sobre a doença, aconselhar e estimular que as clientes conversem com as farmacêuticas sobre suas dúvidas e medos.

O importante é se mobilizar de alguma forma, mostrar que a farmácia, como estabelecimento de saúde, pode contribuir no processo de conscientização da população sobre o diagnóstico precoce.

E nosso recado vai também para todas as mulheres do canal farma: cuidem-se!

 


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